Para o público em geral, esse é o sinal de que o Joost está chegando: o primeiro comercial do produto. Muitos blogueiros comentaram que o anúncio é fraco, mas o achei interessante, embora seja apenas um teaser.
A essa altura você já deve ter visto o primeiro trâiler de Grand Theft Auto IV. O jogo da [ml]Rockstar[/ml] será o primeiro da série para os consoles da nova geração, e pelo que foi exibido parece estonteante.
Como em todo lançamento de nova geração, fico sempre na expectativa de qual console comprar. Já balancei entre os três - [ml]Nintendo Wii[/ml], [ml]PlayStation 3[/ml] e [ml]XBox 360[/ml] - e acho que todos têm qualidades e são, no fundo, incomparáveis. Mas como dinheiro não nasce em árvore, uma escolha tem que ser feita.
Com o vídeo de [ml]GTA[/ml] IV, a opção pende para os videogames da Sony e da Microsoft. Se o jogo conseguir expandir a proposta sandbox - nome dado a um mundo virtual com boa interação - será diversão garantida para muito tempo. Com os novos consoles sempre ligados à internet, a Rockstar precisa garantir um multiplayer sólido, o que aumentaria muito a experiência. Quem pensa que Halo 3 é o jogo do ano precisa refletir mais…
O site GamesRadar faz uma comparação entre os locais de Liberty City mostrados no trâiler e os cenários reais de Nova York, cidade que inspira a virtual. O resultado impressiona.
E o ComputerandVideoGames traz 10 detalhes que você pode não perceber ao assistir ao pequeno filme. Detalhes de novos veículos, citações a outros jogos e até a inteligência dos pássaros mostrados são dissecados.
Energia sem fios para seu celular. É isso que promete a empresa Powercast e seu primeiro grande parceiro, a Philips.
Um transmissor ligado à tomada converte a energia em ondas de rádio, enviadas para um aparelho portátil de voltagem baixa. Outro receptor do tamanho de uma moeda e que custa US$ 5 faz a conversão do lado do celular, PDA ou MP3 player. O sistema funciona a até 90 cm de distância.
A tecnologia permite imaginar alguns cenários interessantes. Conectado à tomada, o conversor envia energia sem fio para o celular sobre a mesa do trabalho, sempre que o funcionário estiver sentado. Em casa, o iPod ou videogame portátil estarão sempre carregados, sem se preocupar se estão ligados à tomada.
A Powercast também aposta no mercado dos aparelhos médicos. Defibriladores e marcapassos precisam de trabalho para trocar as baterias - que podem durar mais ao serem alimentadas por ondas de rádio.
A empresa acredita que o avanço da tecnologia viabilizará o uso da alimentação sem fios em dispositivos maiores, como notebooks.
A Apple tem uma patente para um sistema parecido, já mencionado aqui no Futuro.vc.
A Quanta é a empresa que fabrica o laptop de 100 dólares, XO, e anunciou que vai vender uma versão parecida do aparelho por US$ 200 no varejo. A idéia é usar a tecnologia desenvolvida para o projeto Um Laptop por Criança (OLPC) nos novos notebooks.
É difícil estimar se um notebook como esse faria sucesso no mercado. Nos EUA é possível encontrar micros portáteis bem mais poderosos a partir de US$ 600.
Para dar certo, um laptop baseado no OLPC teria que ser redesenhado, já que hoje ele tem tamanho e interface talhados para as crianças. Além disso, o notebook roda software livre, o que talvez represente um bloqueio para quem se interessar pelo aparelho.
Agora é a vez da AT&T, ex-Cingular, demonstrar o iPhone. Parceira exclusiva da Apple no lançamento do celular, a operadora americana exibiu o aparelho durante uma apresentação na CTIA, feira de telefonia móvel que aconteceu essa semana nos EUA.
O diretor de operações da empresa, Randall Stephenson, mostrou as mesmas funções já exibidas por Steve Jobs durante a MacWorld e que encantaram o mundo. Continua me impressionando a interface rápida, inexistente em qualquer celular do mercado. É hora dos outros fabricantes darem importância a isso, atualizando seus sistemas operacionais e hardware dos aparelhos.
E também vale pensar: será que alguma operadora brasileira já se procurou a Apple para trazer o iPhone? Será que ele seria tão caro por aqui como os outros produtos da empresa? Talvez o fato do celular não se conectar direto à loja iTunes sejá um golpe de sorte para o país, que ainda não a tem por aqui, e traga o aparelho mais rápido. E esperar para ver…
A versão 0.9 do Joost está chegando e já estou com a RC3 dela instalada no computador. A partir de agora, faço parte do grupo de “super testadores” do software e poderei apresentar novidades antes que cheguem ao download para a comunidade de beta testers em geral.
O processo de login é diferente e já apresenta funções para o lançamento oficial. O usuário tem que criar sua conta, em vez de usar o login de beta tester. Cada programa também recebeu indicações de idade recomendada. A interface sofreu algumas modificações pontuais, como a inclusão de um botão no menu principal para que o usuário acesse toda a programação do canal sem ter que voltar ao My Channels. Agora, também é possível avançar dentro de um programa, como em qualquer vídeo baixado.
Á área dos widgets ganhou um especial para convidar os amigos. Calma… ele ainda não está funcionando e logo que puder vou anunciar no blog a oferta de convites.
As maiores alterações aconteceram no menu de canais, com vários integrantes novos. Há um dedicado a recordes do Guinness Book, o Hobby Channel, Fight Channel e, para os brasileiros, um Soccer Channel imperdível. Eles precisam ser incluídos na sua lista a partir do Channel Catalog e podem ser reposicionados dentro do menu de canais.
A busca por conteúdo teve a interface refinada e a adição das respostas como um novo canal está mais clara, com um ícone diferente das outras estações. O software como um todo parece um pouco mais rápido para abrir e na resposta da interface.
O Deepfish vem das profundezas do Live Labs, o laboratório de softwares para web do MSN. O software, em beta restrito, pode ser a resposta para uma das limitações dos aparelhos com Windows Mobile: o navegador Internet Explorer ultrapassado.
O navegador usa um servidor para renderizar as homepages como imagens e agilizar a exibição do conteúdo. A experiência de uso é bem parecida com a do Safari integrado ao iPhone. Ao clicar na página ela é ampliada na área escolida. O Deepfish permite ter uma lista de favoritos, preencher formulários e outras funções clássicas da navegação na web.
De acordo com o Webware, o software demora para atualizar as páginas, já que sempre checa o servidor por novas versões das ampliações. A renderização parece também não ser tão esperta, mas como o Deepfish ainda é apenas um teste, vale apostar na novidade.
Corra enquanto é tempo e baixe o software. A Microsoft já avisou que o retirará do ar depois de um certo número de downloads.