O outro lado do iPhone
29.05.07 2:03
Quando se pensa em iPhone, um nome vem à cabeça: Apple. Mas a empresa de Steve Jobs, novata na telefonia celular, depende dos conhecimentos da veterana AT&T para brilhar.
Na operadora, o homem responsável pelo iPhone é Glenn Lurie, que curiosamente trabalha em Redmond, a cidade onde fica a sede da rival da Apple, Microsoft.
Em entrevista ao jornal local Seattle Times, Lurie contou mais detalhes sobre o lançamento do ano e confessou que estava com um iPhone no bolso. Não o tirou “porque não posso”, confessou. Mas mostrou o Samsung BlackJack - no Brasil Samsung i321 - que carregava na cintura e que custa cinco vezes menos nos EUA que o celular da Apple.
“O iPhone não é caro. Pegue o preço do iPod Nano, do Blackberry e você acabará pagando apenas US$ 50 a mais por um telefone que tem as mesmas funções”, justificou.
Perguntado sobre quais funções gosta mais no aparelho, Lurie destacou rápido o navegador web e a função de iPod widescreen. A escolha pode ter sido mais do que inocente. Na metade do mês ficou claro que a AT&T usará a música como foco principal do iPhone e o executivo revela que a operadora tentará vender pacotes de acesso ilimitado à internet junto com o plano de voz.
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Eu “acho” que não só da AT&T, mas como de qualquer outra operadora (verizon, t.mobile, e etc…), afinal… hoje em dia (ainda mais nos eua) não existe mais operadora mirim.