Steve Chen, co-fundador do YouTube, confirmou: a empresa vai se aventurar no mercado de live video ainda este ano.
Ustream, Justin.tv, Yahoo Live e Qix que se cuidem. A máquina Google/YouTube parece imbatível e é inevitável pensar que a investida no vídeo ao vivo dominará o mercado. Chen diz que sempre quiseram fazer isso, mas faltavam recursos.
A ferramenta de live video escorrerá para todos os serviços do Google. Conversas por vídeo no Gtalk serão transmitidas no YouTube, como videoconferências coladas nas páginas do recém-lançado Google Sites. Até o perfil do Orkut poderá ter a sua estação de televisão própria, bem como os blogs da rede Blogger
Dois vídeos para brindar uma bela semana. Para começar, o primeiro jogo para a Microsoft Surface, a mesa coberta por uma tela que promete revolucionar a interação em espaços públicos e depois em casa, com a família.
Agora, o Nokia Morph, o conceito da empresa finlandesa e da Universidade de Cambridge para o comunicador do futuro, com nanotecnologia. O aparelho mutável é um PDA, celular e relógio e sente o ambiente, analisando partículas. É recarregado com a energia solar a partir do seu “gramado” de nanotubos. Tem eletrônica translúcida e se adapata à interface, com botões tridimensionais que respondem ao toque do usuário.
É provável que o leitor desse post esteja inscrito em mais de uma rede social. Orkut, MySpace, LinkedIn, Facebook, Plaxo, Last.fm… Para cada uma delas, um grupo diferente de contatos, mais próximos se for escolhido a partir da mesma fonte - a agenda de endereços do seu web mail, por exemplo.
Os contatos de uma rede social são o maior patrimônio de quem a administra, que com os perfis detalhados pode oferecer anúncios customizados e parcerias com provedores de conteúdo. Mas algumas tendências mostram que os feudos podem acabar.
Empresas como Facebook, Google, Microsoft, Yahoo e IBM se juntaram no DataPortability, iniciativa para padronizar a comunicação entre serviços na web, com troca fácil de dados e conexão segura e anônima. Por outro lado, a plataforma de aplicativos do Facebook e a OpenSocial, do Google só serão realmente interessantes quando serviços e grupos de contatos puderem falar entre si.
E há a web semântica. Nela, as informações publicadas na internet são contextualizadas por agentes - softwares que operam de forma autônoma, com interação mínima do usuário. Imagine o sistema de recomendação de produtos da Amazon levado ao extremo. Ao entrar no editor de imagens Picnik, por exemplo, o serviço saberia automaticamente que você é um usuário do Flickr e daria a opção de carregamento das imagens. Ao editar uma delas, poderia salvar nos perfis das suas redes sociais, que também apareceriam.
Mas a portabilidade tem seus problemas. Enquanto as empresas assinam acordos de partilha de conteúdo, os usuários assistem sem participação. Quais contatos você gostaria de compartilhar entre redes sociais? Como quer que seus “amigos” mostrem o seu perfil em outra rede social? No LinkedIn você é o profissional, mas no Orkut é o defensor da liberação da maconha, do sexo livre e da Ivete Sangalo. Como quer que essas informações sejam cruzadas?
Nos últimos tempos, pelo menos dois exemplos mostraram que boas idéias caminham com seus problemas. O Google lançou seu Street View, que fotografou cidadãos nas ruas dos Estados Unidos para mostrar caminhos no Maps, sem o consenso de quem foi clicado. O Facebook inaugurou a plataforma publicitária Beacon que, por exemplo, mostrava aos seus contatos o anel de noivado que seria surpresa. A privacidade é essencial a qualquer relação.
Para conhecer mais da web semântica, leia ou ouça a entrevista de Sir Tim Berners-Lee, conhecido como o criador da web e diretor do World Wide Web Consortium feita este mês com Paul Miller, que tem um blog sobre o assunto na ZDNet.
O Futuro.vc é amigo dos produtos da Apple, mas raramente fala de software para o OS X. Isso começa a ser corrigido hoje, com a dica do Dashquit.
O programa mostra quanta memória o Dashboard está ocupando e automatiza os comandos do Terminal necessários para desligá-lo. Por isso, basta clicar no ícone universal de stop para fechar o aplicativo. Se o usuário desejar, o Dashquit atualiza a cada minuto o espaço que o Dashboard ocupa na memória RAM do computador. Ironicamente, o Dashquit é um widget do Dashboard.
O software é gratuito e está disponível para o Leopard e o Tiger, versão anterior do OS X e para Macs com processador Intel ou PowerPC.
O Dashboard, lançado com o Tiger, é um aplicativo polêmico. Será que algum leitor o acha útil? É possível passar dias em frente a um Mac e nunca usar a tecla F12 - padrão para chamar o software e a camada translúcida de widgets.
A Apple anunciou que fará um evento em 6 de março na sede em Cupertino, Califórnia, focado no software para o iPhone, com detalhes de “algumas novas e exciantes funções empresariais”.
Steve Jobs e cia estão atrasados para o lançamento do kit de desenvolvimento de software para o celular, incialmente prometido para fevereiro. Na descrição do encontro da semana que vem não há menção clara de que o kit será apresentado aos programadores, mas com certeza será falado. Aposto na demonstração de programas criados por parceiros e a exibição das linhas gerais do kit, que deve ter data do lançamento confirmada no evento.
Também importante é a parte empresarial. Para o iPhone avançar com segurança sobre o mercado do Blackberry e do Windows Mobile, o suporte completo ao servidor Microsoft Exchange é fundamental. O Apple Blog sugere que a empresa poderá até se juntar à Resarch in Motion, do Blackberry, para colocar o iPhone para conversar com seu servidor e implementar políticas de acesso e de segurança. Elas garantiriam, por exemplo, a fixação das configurações de uma rede corporativa no celular, por exigência de padronização e segurança.
Para combater a concorrência dos editores de imagens online e offline, o Picnik abriu as funções Premium que até agora eram acessadas com o pagamento de US$ 24,95 anuais.
O que é considerado um dos melhores editores de imagens da web está disponível em português e a mudança tem um razão clara - a grana que o Picnik conseguiu do Yahoo ao se tornar o editor oficial do álbum virtual de fotos Flickr.
A versão completa e gratuita tem anúncios e apresenta novas ferramentas de efeitos e edição das imagens. Os usuários que assinavam a Premium ganham histórico infinito das fotos editadas, fontes profissionais, alteração de curvas e níveis e interface em tela cheia.
O Picnik é um dos serviços da web 2.0 mais maduros e vale o teste. Para muitos usuários com boa conexão à internet e um computador razoável, substituirá com mérito os editores tradicionais de imagem instalados no HD.
Nos bastidores do lançamento do escritório satélite de design da Nokia no Rio de Janeiro surgiu a notícia do lançamento de dois novos modelos da empresa no Brasil.
O N81, primeiro com teclas dedicadas para os games e com suporte à rede N-Gage, chega em abril na versão de 8 GB. O aparelho já circula entre funcionários da empresa e foi fotografado para o Futuro.vc durante o almoço de relacionamento depois do evento. O celular tem câmera digital de 2 megapixels, Wi-Fi, conexão padrão de 3,5 mm com headphones e slot para cartões de memória microSD.
Junto com ele chega a reedição do grande sucesso da empresa em 2007. O N95 com 8 GB de memória embarcada é preto e tem tela de 2,8 polegadas, maior que a do N95 original.
Nem todas as notícias são boas. O N96, considerado o sucessor natural do N95, não vem para o Brasil. O motivo seria o suporte ao DVB-H, padrão europeu de TV digital que foi descartado no país.