Mil seguidores no Twitter. E agora?
18.05.09 18:31
No fim de semana alcancei a marca de mil seguidores no Twitter e, com a marca, resolvi escrever sobre o assunto no Futuro.vc. Comecei a acompanhar o serviço em março de 2007, quando se apresentava como um híbrido entre um mensageiro instantâneo e publicador de blogs.
O Twitter cresceu. Hoje é o novo queridinho da internet, ocupando o posto cedido pelo Facebook há alguns meses. Tornou-se uma base importante - embora ainda pequena - de opiniões. Com um bom mecanismo de busca por trás, muitos acreditam que o Twitter possa se transformar num “Google humano”, com a temperatura dos fatos, a tradução do universo coletivo em 140 caracteres.
Hoje é mais fácil entender o potencial, e os problemas do Twitter. Desses mil seguidores, pelo menos 40% são bots, usuários fantasmas que nunca publicam nada e buscam inscrições de acordo com o conteúdo que publico. Outra quantidade importante é de usuários que postam com pouca frequência ou nunca. Sobra um grupo pequeno, e ativo, que faz valer o acesso.
Muitos se cansam do Twitter pela quantidade de conteúdo em drops. O Twitter encaixa-se perfeitamente no mundo em que vivemos, no qual a informação é cada vez mais fragmentada nos vídeos rápidos do YouTube, chamadas e coleções do Google News, histórico da vida pessoal no Facebook. Os sistemas são criados para facilitar a troca de dados e sua organização, mas ainda irritam muitos que não estão acostumados com o volume ofertado.
E a qualidade do conteúdo é discutível, mas culpar o serviço por isso é errado. Orkut, Twitter e a própria web são ferramentas para um fim, ou vários. Seus recheios são de responsabilidade dos seus produtores, nós. Por isso, mantenha sua lista do Twitter atualizada e descarte o que não quiser.
O Twitter continua a brilhar durante eventos ao vivo. Seja o capítulo especial de uma novela ou um terremoto, é no serviço que você encontrará as informações mais atualizadas, quentes com a emoção dos “participantes” e dos “espectadores”, que comentam e remixam a informação no Twitter e em outras redes sociais, blogs e sites de notícias.
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