Em silêncio, a Apple atualizou hoje sua família MacBook com upgrade de hardware do modelo branco, que restou da geração anterior. Com a alteração ele se torna ainda mais atraente para quem busca um Mac barato.
O modelo ganhou HD maior, de 120 GB para 160 GB, e memória RAM mais rápida, de 2 GB 667 MHz DDR2 para 2 GB 800 MHz DDR2. O processador Core2Duo agora é mais veloz que o usado no modelo unibody (prateado) de entrada - 2,13 GHz contra 2 GHz.
A versão branca é mais pesada, feita com policarbonato e não tem o trackpad com superfície clicável do unibody. O chip gráfico é o mesmo, GeForce 9400M.
O MacBook branco continua custando US$ 999 nos Estados Unidos. Aqui, o modelo anterior custa pouco menos de R$ 4 mil.
A edição de 1 de junho da revista norte-americana New Yorker foi criada inteiramente no iPhone, no software de desenho Brushes.
O ilustrador Jorge Colombo a desenhou em uma hora, em frente ao museu de cera Madame Tussaud, na Times Square, em Nova York. Além da portabilidade da criação, o profissional contou no blog da revista que desenhar no iPhone o permite mesclar com a multidão. “Os outros pensam que estou checando e-mail”.
A nova forma de ilustração também cria outras possibilidades inéditas. Com o software Brushes Viewer a criação é gravada, passo a passo, em um vídeo. Assim, o leitor conhece em detalhes o processo criativo de Colombo, reproduzido no vídeo abaixo.
Desenhar num smartphone não é exclusivo do iPhone e existe desde os PDAs. Mas a publicação da ilustração na capa da New Yorker é mais um sinal de que o celular da Apple é um fenômeno cultural, e populariza muitas funções, inéditas ou não. Com a App Store, esse buzz é a maior arma da empresa de Steve Jobs para manter a relevância do iPhone em meio à concorrência que mostra os dentes em aparelhos parecidos.
Na internet há vários relatos, e até um amigo já contou de outro que teve o problema. iPods e iPhones podem dar choques nos ouvidos através dos headphones. Agora, a Apple formalizou a questão num alerta no seu site oficial, mas explica que a questão não significa um defeito nos aparelhos.
“Ao usar os fones de ouvido em áreas onde o ar é muito seco é fácil criar eletricidade estática e receber uma pequena descarga elétrica nos ouvidos”, explica a Apple.
A empresa compara a intensidade à recebida em maçanetas e no contato direto com carpetes. E diz que o choque nos ouvidos não é exclusividade de seus produtos eletrônicos. Mas a surpresa será sempre inesquecível…
Além do ar seco, vento, movimentação constante do aparelho no bolso, roupas com fibras sintéticas e exercícios com os tocadores podem causar as descargas.
No que parece ser a melhor descrição do futuro iPhone, o blog iPhone Apps.com publicou detalhes do novo celular da Apple. Segundo o informante misterioso do veículo, o aparelho estará nas lojas a partir de 17 de julho, com evoluções interessante sobre o modelo atual.
O rumor não foge do que já foi especulado. Câmera de 3,2 megapixels com autofocus, 16 GB ou 32 GB de memória, software para edição de vídeos, MMS, receptor de rádio FM, bússola embutida, narração dos caminhos designados no mapa. Pela primeira vez, no entanto, fala-se em detalhes do design do celular, como o fim da moldura prateada, a maçã da Apple iluminada na traseira e o uso de borracha na sua caixa.
Outra novidade promissora é a troca da tela, de LCD para Oled. Além do menor consumo de energia, tem melhor definição de cores. Com a mudança, a bateria do iPhone duraria 1,5x mais. O celular também contaria com processador mais rápido e mais memória RAM. Isso deve criar uma separação razoável entre a família de celulares, com aplicativos futuros criados apenas para o novo iPhone.
O boato não cita o WWDC como palco para a apresentação do celular, mas o evento de desenvolvedores da Apple, que terá um keynote da empresa no dia 8 de junho, torna-se cada vez mais importante para o iPhone. A Palm confirmou hoje que seu aguardado smartphone Pre começa a ser vendido no dia 6 de junho nos Estados Unidos por US$ 199, subisidados pela operadora Sprint.
A Apple jogou um balde de água fria na certeza do mercado sobre a chegada do novo iPhone no maior evento da empresa, o WWDC. Com o fim da participação na MacWorld, sobrou a conferência de desenvolvedores para grandes, e públicos, anúncios.
Mas o anúncio oficial da palestra inicial do WWDC sugere que será centrado no novo OS X, o Snow Leopard, com a demonstração do preview final do sistema. O keynote será pilotado por Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, com participação de outros executivos. Mas Steve Jobs não é mencionado.
Jobs está fora da rotina da Apple há cinco meses para tratamento médico e tem sua volta programada para o mês que vem. É difícil acreditar no anúncio do novo iPhone sem a sua presença.
Gene Munster, analista de mercado especializado na Apple, tem um histórico de erros e acertos, mas é reconhecido na indústria. Ele aposta que a empresa tem outro evento na manga, no fim de junho ou em julho, que trará a volta de Jobs e a apresentação do novo iPhone. Com isso, a Apple perde a janela do WWDC e a expectativa do mundo, mas ganha um segundo momento de destaque.
Ainda acredito no iPhone no WWDC. O momento é perfeito, já que eclipsaria a chegada do Palm Pre, previsto para a mesma época e viria no fim do contrato de dois anos dos primeiros proprietários do iPhone pela operadora norte-americana AT&T.
O mercado não gostou das notícias e as ações da Apple caíram pelo segundo dia seguido.
“O Kindle está para o jornal como o Palm estava para o iPhone”, foi o comentário de um amigo ao ler o anúncio do Kindle DX, novo ebook reader da Amazon talhado para o consumo de jornais e páginas em A4.
Concordo, e por isso não me emociono com a apresentação do novo Kindle. Tem a legibilidade do papel, mas é caro, grande (por não ser flexível) e ainda sem as cores.
Mas é preciso respeitá-lo. A Amazon quer fazer com os textos o que a Apple fez com a música. Seu mercado ainda está longe da maturidade, mas começou na direção certa, ao oferecer transferência rápida e fácil do conteúdo, conforto para o consumo e oferta ampla.
Como os jornais, seus leitores ainda não decidiram o que será do futuro. Continuam apegados a um suporte que parece defasado em meio à facilidade do acesso online. Ao mesmo tempo, a internet não tem se mostrado ideal para consumir informação densa, em textos grandes, paginados. Do lado do mercado, a questão é mais séria: se os jornais buscam a web como salvação, descobrem que sua principal receita - a publicidade - não paga a conta no digital.
Como vantagem sobre a internet, o Kindle joga a conta do jornal para baixo, ao extinguir o papel e usar diagramação simples e baseada na edição impressa.
E não posso deixar de relacionar o lançamento do DX às surpresas que teremos em junho, na WWDC, evento de desenvolvedores da Apple. Além do novo iPhone, um rumor que esquenta é o do seu tablet de 10 polegadas, com tela sensível ao toque e integração com a App Store. Com funções de computador, visor colorido, leve e conteúdo farto seria um concorrente sério ao Kindle e às ambições da Amazon.
Se você precisa de mobilidade extrema para o seu MacBook, Pro ou Air, e não se importa em carregar peso extra, as baterias externas inéditas da HyperMac são perfeitas.
A empresa apresentou hoje os modelos de baterias de 60 watt (US$ 199,95), 100 watt (US$ 299,95), 150 watt (US$ 399,95) e 222 watt (US$ 499,95). Como comparação, a bateria incluída em um MacBook é de 45 watt e dura até cinco horas com o uso de rede sem fio - segundo a Apple. Estima-se que o laptop pode ficar ligado por até 32 horas seguidas.
De acordo com a HyperMac as baterias se ajustam ao notebook que as usa, com demandas de energia específicas dependendo da configuração. Ligadas à tomada, também são carregadas enquanto alimentam os portatéis e uma porta USB garante a alimentação de qualquer aparelho que a utilize para esse fim, como iPhones e iPods.
As baterias tem mil cargas estimadas e garantia de um ano. O peso extra varia entre 0,36 Kg e 2,13 Kg.