Se você precisa de mobilidade extrema para o seu MacBook, Pro ou Air, e não se importa em carregar peso extra, as baterias externas inéditas da HyperMac são perfeitas.
A empresa apresentou hoje os modelos de baterias de 60 watt (US$ 199,95), 100 watt (US$ 299,95), 150 watt (US$ 399,95) e 222 watt (US$ 499,95). Como comparação, a bateria incluída em um MacBook é de 45 watt e dura até cinco horas com o uso de rede sem fio - segundo a Apple. Estima-se que o laptop pode ficar ligado por até 32 horas seguidas.
De acordo com a HyperMac as baterias se ajustam ao notebook que as usa, com demandas de energia específicas dependendo da configuração. Ligadas à tomada, também são carregadas enquanto alimentam os portatéis e uma porta USB garante a alimentação de qualquer aparelho que a utilize para esse fim, como iPhones e iPods.
As baterias tem mil cargas estimadas e garantia de um ano. O peso extra varia entre 0,36 Kg e 2,13 Kg.
As duas funções descritas no título do post estão nos novos notebooks Dell Latitude. A empresa lançou as máquinas nos Estados Unidos ontem e fará o mesmo na semana que vem e no Brasil.
Ao todo são sete modelos, divididos entre modelos mais baratos, com melhor relação custo/benefício e os ultraportáteis de ponta. No meio do caminho está o E6400, que na sua configuração básica tem um Core2Duo 2,26 GHz, Windows Vista Home, 2 GB de RAM, HD de 160 GB e gráficos Nvidia Quadro NVS 160M. Com características avançadas, como drive SSD no lugar do disco rígido, gráfico Intel GMA 4500MHD, bateria primária de nove células e extra de 12 células, o E6400 atingiu 19 horas de autonomia no laboratório.
O resultado impressionante é alcançado também com a ajuda de um software proprietário. O Control Point compensa a adminstração de carga apenas razoável do Vista. Apresenta, por exemplo, a função All Day Battery que desliga funções pouco usadas e hardware para conservar a bateria.
Outro modelo de destaque é o ultraportátil E4200, com apenas 0,99 kg. Tem tela de 12 polegadas, Core2Duo de baixa voltagem, até 5 GB de RAM, e drive SSD de 64 GB ou 128 GB. Como o MacBook Air, um de seus rivais, não apresenta drive óptico de CD ou DVD. Seu lançamento está dependendo do início das vendas do processador da Intel. O E4200 e o irmão E4300, de 13,3 polegadas widescren e configuração tradicional (HD e drive óptico, por exemplo) não tiveram seus preços anunciados. Os outros cinco modelos custam entre US$ 839 e US$ 1.169, nos Estados Unidos.
Os ultraportáteis trazem uma característica única. Um segundo processador e uma versão customizada do Linux permitem acessar e-mail, contatos, calendário e internet sem precisar ligá-lo. Com a Latitude On a bateria do notebook também é preservada. O software será lançado até o fim do ano, mas os portáteis serão os únicos já preparados para ele.
Enquanto o MacBook Air não chega às mãos do Futuro.vc, sites internacionais desvendam os detalhes da nova máquina da Apple. O Ars Technica foi o primeiro a conferir o valor do drive SSD de 64 GB do notebook nas características que, em tese, fazem valer os US$ 1,3 mil a mais pelo portátil.
A tecnologia SSD, de Solid-state drive, usa memórias em estádo sólido, com a vantagem de não ter partes móveis, potencialmente frágeis e que consomem energia. Por essas qualidades, o drive SSD do Air seria mais rápido, mais econômico e confiável que a versão convencional de 80 GB.
Mas o site descobriu que o ganho é marginal, comparado ao custo embutido. A velocidade do disco chega a ser 40% mais rápida na escrita randômica de dados e leitura, mas perde do HD nos testes sequenciais. Com isso, você veria algum ganho, mas apenas em momentos especiais. O tempo de boot é menor, mas nada sensacional.
A maior diferença vem na multitarefa, com leitura e escrita extrema de dados. É a navegação web combinada com a conversão de um filme e a descompactação de um zip, por exemplo. Mas o ganho de bateria é frustrante. Nos testes do site, a versão mais cara do Air atingiu cerca de meia hora a mais de uso fora da tomada, o que é pouco para a grana investida. O Ars Technica já recebeu relatos de autonomias superiores às três horas máximas que tem relatado e o mistério deve ser resolvido nas próximas semanas. Haveria um grupo de baterias defeituoso?
Vale a pena comprar o Air com SSD? O modelo não deve chegar oficialmente ao Brasil, via Apple, mas é possível que apareça por importadores independentes. Mas o desempenho fraco convence a investir os US$ 1,3 mil em outras coisas, até num segundo computador.
Com a chegada dos primeiros MacBook Air a jornalistas norte-americanos, surgem os relatos reais da facilidade, ou não, para trocar a sua bateria.
O novo portátil da Apple tem uma característica rara - a ausência da porta tradicional para remover a bateria quando quiser. Isso inviabiliza a compra e uso de mais de uma bateria para estender a sua autonomia e adiar a corrida por uma tomada elétrica.
O vídeo abaixo mostra como é fácil trocar a bateria. Vários parafusos depois, surge ela. Fina, cobre praticamente metade da superfície do notebook. Basta soltar o conector para a substituição e mostra que é possível escapar dos cinco dias na assistência técnica da Apple, evitando o plano de troca oficial - se a empresa colocar a bateria à venda.
Sem um drive óptico e uma conexão Ethernet nativa, o Air é o computador da cloud, termo usado para designar a internet e os serviços que oferece. É um aparelho talhado para o consumo de conteúdo na internet. Em vez de assistir a um DVD, faça o streaming pela Rede. O mesmo acontece com a música. Lembra a era dos Network Computers, lá na década de 90, mas seu HD razoável de 80 GB torna a experiência menos radical.
Mas os primeiros reviews mostram que a autonomia de cinco horas alardeada por Steve Jobs durante sua apresentação na MacWorld pode ser exagerada. A média encontrada não passa das três horas e meia, o que é pouco.
O AppleInsider apresentou mais detalhes sobre a troca de bateria do MacBook Air, o novo notebook da Apple. A bateria de polímero de lítio não é soldada ao portátil e pode ser removida com a mesma chave - uma philips tamanho 0 - que é usada para abrir a carcaça de alumínio.
Embora a troca em si demore minutos, a Apple terá um plano oficial de troca que leva cinco dias úteis, nos quais o laptop fica na assistência técnica. Espera-se também que terceiros ofereçam kits para troca pelo próprio usuário, com o risco potencial de quebra da garantia, ou que a própria empresa forneça uma forma simples de substituição na Apple Store, com hora marcada.
A partir de amanhã, 1º de janeiro de 2008, passageiros que estiverem voando no espaço aéreo dos Estados Unidos não poderão ter feito o check-in com baterias de lítio soltas em sua bagagem. Serão aceitas apenas as que estiverem dentro dos respectivos aparelhos - câmeras digitais, filmadoras, notebooks.
A medida visa reduzir o risco de incêndios nas aeronaves por causa de acidentes com as baterias. O Departamento de Trânsito dos EUA descobriu que os sistemas automáticos para apagar o fogo não são eficazes nesse caso.
A notícia é péssima para quem está acostumado a despachar a bateria extra do notebook ou as pilhas que comprou para as centenas de fotos prometidas para as férias. Há uma saída: colocar as baterias em um zip lock - saco transparente com fecho plástico e carregá-lo na bagagem de mão. Mas o limite é apenas de duas baterias por passageiro.
Entre as afetadas estão tambem pilhas não-recarregáveis como modelos da Duracell ou da Energizer.
Com o lançamento do iPhone na Europa, a França entrou para a lista de países que especulam sobre o iPhone. Da CNet francesa vem o rumor de que a versão 1.1.3 do iPhone está a caminho, talvez para lançamento ainda esta semana.
As novidades principais são a inclusão de um disk mode similar ao do iPod, para que o usuário possa carregar seus arquivos no celular como um pen drive. Hoje isso é a apenas possível com hacks que dependem da instalação dos mesmos em qualquer micro que você quiser acessar os arquivos. O comportamento estranho do iPhone para carregar músicas, que não deixa arrastar canções para ele no iTunes, deve continuar. O disk mode também não deixará armazenar MP3 direto para audição no aparelho. Elas estarão no celular, mas não reconhecidas pelo iPod.
A 1.1.3 também trará um gravador de áudio para suas notas, lembretes ou entrevistas. Outra mudança comentada é a inclusão do envio múltiplo de torpedos - uma grande falha do aparelho da Apple.
Para o road warrior que está sempre em trânsito, a mStation criou um acessório bem interessante. O mophie juice pack (US$ 99) é uma bateria externa que envolve o iPhone e oferece mais 250 horas de standby, oito de conversas por voz, sete de exibição de vídeo e 24 de música. O aparelho traz um indicador visual na traseira para mostrar o nível da sua carga e é programado para gastar primeiro a sua bateria e depois da do iPhone.
Pode ser a solução para a morte da bateria interna e soldada do iPhone, em dois ou três anos…