Qual é o propósito de um aplicativo web? Com a popularização do acesso à internet em alta velocidade e a modernização das tecnologias de programação para a web, os softwares trocaram a residência limitada dos HDs para o latifúndio da nuvem, a cloud que pode ser acessada de qualquer lugar com uma conexão ao ciberespaço.
Essa é uma das tendências da chamada web 2.0 e com ela surgiram serviços que substituem com níveis diferentes de fidelidade os prorgamas que estamos acostumados a usar. Se alguns prezam pela funcionalidade acima da interface, outros fazem questão de apresentar a melhor experiência possível no browser - às vezes melhor que a do software. Mas, principalmente, um aplicativo web só é viável se utilizar o potencial da conexão à internet, num ambiente colaborativo e com atualização fácil e constante.
Conheci o SlideRocket há alguns meses, mas só essa semana recebi o convite para entrar no beta fechado. O aplicativo web é um criador e gerenciador de apresentações e toma para si a nobre tarefa de ultrapassar o PowerPoint em funcionalidades.
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Se você também gosta de escrever e quer aproveitar o potencial da internet para aprimorar sua produção, o Quillpill é essencial. A ferramenta se apropria do microblogging popularizado pelo Twitter para a criação de histórias, por grupos ou indivíduos.
Depois de ser aceito no beta fechado, crie sua conta e monte seu primeiro livro. Ele pode ser aberto à comunidade, para postagem ou comentários, ou exclusivo para o autor. Cada post ganha um link único e, ao contrário do Twitter, pode ser editado posteriormente. As histórias também têm feeds RSS, para leitura sem entrar no Quillpill.
Com o Quillpill, a escrita na internet ganha uma nova dimensão. Como o Twitter, o serviço só permite posts com até 140 caracteres, principalmente porque seus criadores apostam no consumo em celulares - há uma versão “genérica” e outra para o iPhone. Os desenvolvedores prometem temas para os livros e novas fontes de texto.
Consegui entrar na beta com facilidade, depois de enviar um e-mail pedindo a liberação. Com isso ganhei três convites, que serão dos primeiros leitores interessados e que deixarem comentários no post!
A Fundação Mozilla lançou outra versão candidata a final do Firefox 3, a RC2. Usando a RC1, fui avisado pelo browser do update e o instalei imediatamente. O cuidado com o internauta é claro: o programa guarda as abas abertas na sessão do RC1 para abri-las no RC2, que exige o reinício do software para funcionar.
Ao contrário das anteriores, essa versão não traz funções novas, mas aumenta a estabilidade do navegador. Nas primeiras horas de uso não percebi mudanças e o Firefox 3 continua muito melhor que o 2 para o meu perfil de navegação - muitas abas, sites em Ajax, com multimídia.
Mas há quem não goste. Dennis Howlett, blogueiro da ZDNet, diz que o Firefox 3 continua consumindo muita memória RAM e travando na sua máquina. Por outro lado, Walt Mossberg, colunista do Wall Street Journal escreve que o navegador já é o melhor do mercado. A minha opinião você já sabe…
Como em qualquer versão de testes, o ideal é fazer a instalação em outro diretório, deixando o navegador completo, Firefox 2, em uso. A versão final do Firefox 3 está prevista para lançamento até julho.
A Fundação Mozilla congelou mais uma beta do Firefox 3, chegando à quinta versão no caminho do produto final. O download gratuito já está disponível para Windows, OS X e Linux em vários idiomas, inclusive o português.
As mudanças para a beta 4 são principalmente no visual, mais próximo do padrão dos sistemas operacionais, e na otimização da location bar - que na digitação exibe páginas já visitadas, histórico e bookmarks. Há também melhorias no backup dos favoritos, na segurança e no motor de JavaScript, entre outras. Espera-se que a versão final do Firefox 3 seja lançada na metade do ano.
Nas últimas semanas tenho usado a beta 4 com frequência e estou maravilhado. A falta atual de extensões compatíveis com o Firefox 3 é compensada pela rapidez e leveza do navegador, sem comparações com a versão 2, estável. Nela, estava acostumado a trabalhar com um browser que consumia 200 MB ou mais de memória RAM, com 10 a 15 abas abertas em simultâneo. Em algum momento a gula se traduzia numa lentidão irritante. Com o Firefox 3 isso ainda não aconteceu, em circunstâncias semelhantes.
É bom lembrar que a versão liberada hoje para download é de testes e não pode ser considerada tão estável ou segura como o Firefox 2.0.0.13, oficialmente sugerida para uso. É possível ter os dois navegadores instalados no micro.
Quem quiser conhecer na prática as novidades da versão 3 do Firefox já pode baixar a beta 3 do navegador, que foi congelada e está disponível a partir de hoje. O software apresenta mudanças programadas para entrar na versão final e que podem - devem - ser experimentadas por usuários avançados. Como o browser é uma versão inacabada, não deve ser usado em um ambiente de produção, como o computador no qual você trabalha.
A barra de endereços do Firefox é a grande novidade. No beta 3, ao digitar um endereço, o usuário tem acesso aos endereços, como acontece normalmente, e também ao histórico, bookmarks e tags que agora são acrescentadas às páginas favoritas.
Os sites ganham preferências únicas, como o nível de zoom aplicado, o carregamento ou não de imagens e a adoção de um corretor ortográfico de um certo idioma. Downloads feitos pelo navegador passam a ser pausados e reiniciados sem problemas, dependendo apenas do suporte do servidor que os hospeda.
O Firefox 3 beta 3 facilita a vida de quem gosta de usar extensões e temas. Agora, a própria interface traz os detalhes do componente, como imagens, descrição e a opção de qualificá-lo com estrelas.
O software mantém o Places, para busca avançada e cruzada entre bookmarks e histórico. O conjunto de ícones ainda não está pronto, mas usuários de Windows XP ou Vista têm acesso à sugestão de botão integrado para avançar e retroceder nas páginas, que lembra uma fechadura, e que tem histórico integrado.
Para os brasileiros, uma curiosidade: Socorro é o nome da nova ferramenta de aviso de encerramento imprevisto do software - o famoso crash.
Lembra da ZenZui? A empresa com participação da Microsoft mostrou na metade do ano um navegador web diferente, usando o conceito de blocos e widgets para acesso rápido.
A versão beta do - agora - Zumobi já está disponível para download. Ao clicar em um bloco ele é aproximado e a informação fica acessível. O sistema é esperto e funciona com interfaces sensíveis ao toque, com navegação por teclado ou joystick. O download disponível hoje é para Windows Mobile e a empresa promete versões para Blackberry e Java antes da metade de 2008.
Com atraso de meses, a Mozilla Foundation liberou o beta 1 do Firefox 3 para download, inclusive em português. Embora sua instalação seja livre, é recomendada apenas para desenvolvedores, por ser uma versão ainda em testes.
Instalei o 3b1 no Vista e no OS X. O navegador está bem estável e não travou nenhuma vez nos últimos dois dias. Traz alterações interessantes, como o uso da barra de informações, que surge abaixo da linha de abas abertas, para oferecer informações que antes apareciam em janelas separadas - como a sugestão para guardar senhas de sites. Uma lista de plugins instalados se junta às de extensões e temas, facilitando a instalação e administração das ferramentas.
A interface tem outras alterações interessantes. Ao lado da caixa de endereços há uma estrela clicável para adicionar rapidamente uma página á lista de bookmarks, que agora recebe tags além da descrição. No menu dropdown Places, o internauta descobre quais são as tags mais populares, os últimos sites que foram incluídos como favoritos, os mais visitados e outras estatísticas - cruzando informações que antes ficavam separadas nos favoritos e no histórico. A caixa de downloads também foi turbinada, com suporte à recuperação de downloads interrompidos e ícones para achar facilmente o arquivo baixado no HD.
O Firefox 3b1 usa a nova versão 1.9 do renderizador de homepages Gecko. A Mozilla Foundation garante que ela deixa o navegador mais rápido e esperto e é essa a sensação inicial, com abertura perfeita de dezenas de sites visitados nos últimos dias.
O calcanhar-de-aquiles do Firefox tem solução prometida. O memory leak que, na versão 2, causa consumo de 500 MB ou mais de memória RAM pelo navegador, parece ter sido reduzido na beta testada. A versão oficial é que 300 bugs relacionados ao problema foram sanados.
O Firefox 3b1 realmente parece mais rápido e estável, mas é impossível afirmar se é uma evolução nesses quesitos. A beta não aceita as extensões feitas para a versão 2. E sem extensões e temas, o Firefox vai rodar mais rápido e com menos vazamentos de memória.