A última versão de testes do firmware 3.0 do iPhone, a ser lançado na metade do ano, responde parte das críticas que surgiram depois do lançamento oficial e aponta para o novo celular da Apple.
Imagenspublicadas do software mostram uma nova aplicação da câmera do aparelho com um slider para alternar entre fotografia e vídeo. Além disso, os arquivos de configurações do 3.0 contam com uma opção para autofocus, sugerindo um upgrade bem-vindo na característica da câmera embutida. De acordo com outros rumores e detalhes do firmware 3.0, os vídeos poderão ser editados e enviados para álbuns virtuais.
As novidades do beta incluem a presença de uma bússola digital, controle de voz da interface, nível de bateria em porcentagem e opções de acessibilidade - provavelmente fontes maiores, com contraste e narração dos comandos digitados.
Como aconteceu com a versão 2.0, o novo firmware do iPhone deve acompanhar um celular inédito, provavelmente a ser lançado no WWDC, evento para desenvolvedores da Apple, em junho.
A Nokia usou o segundo dia do Mobile World Congress para mostrar oficialmente o N86, sua principal aposta para a fotografia no celular, e que apresenta um trunfo interessante. O aparelho foi exibido ontem, em Cingapura, num evento paralelo.
A parceria histórica com a Carl Zeiss rendeu o primeiro aparelho que tem lente com abertura variável (F2.4, F3.2, F4.8), como nas câmeras digitais convencionais. Em tese, é o que melhor se adapta às diferenças de luz e para ambientes escuros conta com flash duplo de LEDs. Em volta deles, um suporte destacável para apoiar o telefone na mesa e assistir aos slideshows e vídeos em geral.
A empresa também afirma com o N86 o design dual slider do N95 e N96, mas acrescenta funções de fotografia nos quatro botões à esquerda da tela dedicados à música nos aparelhos citados.
É um celular GSM/HSDPA com Wi-Fi, Bluetooth e GPS integrado. Tem 8 GB de memória embarcada e suporte para cartões SDHC. O visor OLED de 2,6 polegadas parece pequeno para um celuar com tamanha ambição, como também é estranho o design dos botões abaixo da tela, espaçados, mas finos.
O aparelho chega ao mercado europeu antes da metade do ano por 375 euros, sem subsídios.
A Digital Blue, que fabrica eletrônicos para crianças, se associou à Lego para criar a primeira câmera digital feita com os famosos blocos plásticos.
A máquina faz parte de uma linha de aparelhos que inclui MP3 player, filmadora e walkie-talkie. Infelizmente, eles não serão desmontáveis. Para os adultos, a empresa prepara aparelhos portáteis de som e rádio-relógios que simularão o encaixe com peças de Lego, com dimensões maiores que o normal.
Os eletrônicos custarão entre US$ 19,99 e US$ 59,99 e serão lançados na metade do ano, nos Estados Unidos.
Nos últimos meses, a Adobe tem investido na colocação dos seus produtos na nuvem do ciberespaço, mas até agora não havia focado no social. O Photoshop.com será o desbravador, com o lançamento de um aplicativo em AIR para o envio e sincronização de fotos entre o computador e a hospedagem na web.
O Uploader funcionará como os sistemas de outros álbuns digitais, e permitirá que o usuário adicione contatos a partir das agendas de webmails para envio rápido de fotos. Ainda há a chance de assinar o conteúdo de outros internautas para ter acesso as suas atualizações. O aplicativo será lançado em 11 de novembro.
A internet é social, mais do que nunca. Dar acesso ao conteúdo dos usuários de um serviço torna-se aos poucos um axioma em qualquer aplicação web, mas o grande desafio é integrar a comunicação entre os serviços, online ou não. Ao trabalhar no Word, por exemplo, quero ter à disposição as fotos do Flickr ou do Photoshop online para usá-las em meus textos - com respeito aos seus direitos autorais, claro. O mesmo comportamento serve para o álbum de imagens, com suporte à colagem de conteúdo, seja apresentações do Google Docs ou uma entrada da Wikipedia.
Essa facilidade de comunicação, com a queda dos muros que guardam o conteúdo são desafios para os próximos anos. Nem todos querem a abertura - os usuários de um serviço valem ouro - mas a pressão do Google como agregador de conteúdo tem forçado a mudança. Mas há quem busque um caminho híbrido, como o Facebook, que puxa informação de toda a internet, mas deixa sair pouca, lembrando o feudo da America Online na era do dial-up.
Para provar a qualidade das fotos tiradas com o C905, a Sony Ericsson radicalizou. Em dezembro, a edição da revista européia FHM traz um anúncio de página inteira com uma imagem registrada pelo aparelho.
O C905 tem câmera de 8 megapixels e faz barulho desde a sua apresentação oficial, no meio do ano. Já chegou ao mercado europeu e no Reino Unido está disponível em preto, prata e bronze. Dependendo da operadora, seu custo é zero, bancado pelo plano assinado.
Além da câmera com ótima resolução, o celular conta com flash de xenônio, estabilizador de imagem e reconhecimento facial.
O satélite GeoEye-1, colocado em órbita em setembro e que tem o Google como um dos patrocinadores, entregou a primeira imagem em altíssima resolução da Terra - e para o Google Maps.
O nível de detalhe é impressionante, chegando a 41 centímetros por pixel. A resolução é mais do que suficiente para, por exemplo, ler a placa de um carro. Por causa das leis norte-americanas, a resolução para o Google Maps será reduzida para “apenas” 50 centímetros por pixel.
A primeira imagem do GeoEye-1 é da Universidade de Kutztown, na Pensilvânia e foi tirada a 681 km de altitude. Sua origem é em preto e branco e as cores são adicionadas a partir de outras fotos.
O satélite tem a melhor resolução entre os comerciais. A empresa que o administra, com o mesmo nome, promete outro aparelho para 2011 ou 2012 com um detalhe de 25 cm por pixel.
Você está preparado? Seu próximo celular pode vir com uma câmera de nove megapixels. A Digital Imaging Systems apresentará o novo módulo para câmeras em dispositivos portáteis na Photokina, a maior feira de fotografia do mundo, que acontece essa semana na Alemanha.
O sistema é completo. Tem autofocus, captura de vídeo em 720p e 30 quadros por segundo e modo macro, para fotos em que o sujeito está bem próximo - como flores e insetos. Na maior resolução, as fotografias são produzidas em 3488 x 2616 pixels.
De acordo com a fabricante, a demora entre pressionar o botão e capturar a imagem em celulares é coisa do passado. O módulo tem um tempo de resposta de 200 ms para a operação e de 300 ms para o autofocus.
Mesmo assim, não espere que seu celular substitua a câmera digital para o registro mais fiel. Embora a lente seja de boa qualidade, não substitui as profissionais encontradas até em máquinas baratas. Mas como o telefone está sempre ao seu alcance, a qualidade acima da média garantida com um sensor como o DIS6931 garante a foto em qualquer lugar e hora.