Por quanto tempo você conseguirá digitar os números de Lost no iPhone ou iPod Touch? A Smallrock Software lançou o Doomsday Terminal (link para iTunes), um simulador do computador da escotilha da série.
A cada 108 minutos o usuário é obrigado a digitar os números - diferentes dos usados em Lost por questões de direito autoral. O software traz uma interface para composição de mensagens, enviadas aleatoriamente para quem tem o aplicativo, que custa US$ 0,99.
No site da Smallrock, um ranking mostra que o desafio não é fácil. O recorde está em pouco mais de uma semana. Quanto você consegue fazer?
Com um bilhão de downloads, o sucesso da App Store, a loja de aplicativos para iPhone e iTouch, é inegável. Grande parte do destaque vem dos jogos - 7,4 mil dos 38,2 mil no fim de abril - que fizeram da plataforma uma opção real aos rivais históricos concorrente real das históricas Sony e Nintendo.
É por isso que começo hoje uma lista dos melhores games para iPhone e iPod Touch disponíveis na loja virtual da Apple. A escolha é pessoal e não segue uma ordem hierárquica. Levei em conta alguns fatores, como a originalidade, bom uso da interface sensível ao toque e diversão.
Divido mentalmente os games em três categorias, que podem se fundir. Há os que buscam a apropriação do multitouch acima de tudo, há os que têm jogabilidade complexa e que exigem do jogador mais que alguns minutos de atenção, e há os games casuais, para a fila do banco ou a viagem rápida no ônibus.
Aproveite e sugira os seus títulos favoritos nos comentários. Com milhares de games disponíveis haverá sempre outro sensacional!
Todos os links abaixo abrem direto na App Store, no iTunes. E é bom lembrar que a categoria Games não existe na loja brasileira. Faça uma conta na argentina e compre, com cartão de crédito ou cartões pré-pagos da iTunes Store.
Como o nome sugere, é um quebra-cabeças no qual o jogador tem que montar linhas com bolas da mesma cor. A cada movimento novas peças aparecem. Fuzzle é o jogo perfeito para a diversão rápida e também tem uma versão lite, gratuita.
Foi um dos primeiros jogos a explorar o acelerômetro dos aparelhos para controlar o lancamento de dados. Como um poker de cartas, o objetivo é formar combinações com os números obtidos. Também existe como Quest, com ambientação egípcia e versão gratuita.
A versão para o iPhone e iTouch do emulador de aventuras de texto é sensacional. Se você busca diversão com um toque literário, os jogos de Interactive Fiction são a resposta. Frotz é gratuito e já vem com vários games instalados - mas dá acesso a um portal para novos downloads.
Spore não fez muito sucesso no PC ou Mac, mas a versão para os gadgets da Apple é bem interessante. Nela, você controla um ser microscópico em busca da sobrevivência e evolução iniciais. Conta com versão gratuita.
Sucesso da ngmoco, é gratuito desde o lançamento da segunda edição. O objetivo é empilhar peças simpáticas para atingir a altura determinada no nível. Topple 2 tem modo multiplayer, ao vivo ou agendado - o usuário pode enviar o seu desempenho para ser usado como fantasma pelo rival.
Difícil acreditar que esse shoot ‘em up seja gratuito. Com gráficos espetaculares, vai cativar qualquer um em busca de um gênero que anda esquecido. Os controles não são amigáveis, mas ao se acostumar terá horas de diversão.
Os usuários esperaram meses por Zen Bound, alardeado como um dos jogos mais curiosos para a dupla de gadgets. A chegada à App Store comprovou o potencial. No game o jogador tem que enrolar uma peça de madeira com um barbante até cobrir toda a sua superfície. Gráficos, áudio e jogabilidade são espetaculares, fazendo uso perfeito da interface dos aparelhos. Tem versão gratuita.
Paciência e raciocínio são essenciais em Edge, que tem como herói um cubo. Ele deve ser rolado pelos níveis, capturar pílulas e chegar ao fim. Simples de dominar, difícil de terminar, o jogo conta com ótimos quebra-cabeças.
Fatias coloridas de círculos aparecem rapidamente na área central, esperando para serem enviadas aos destinos. Frenzic é um dos melhores exemplos de games que podem ser jogados por um, dois minutos, com muito prazer.
O controle do tráfego aéreo é um trabalho complexo, mas no iPhone e iTouch transformou-se em diversão. Sua tarefa é administrar a aproximação de aeronaves e helicópteros a duas pistas de pouso e um heliporto. Nem é preciso dizer que em pouco tempo a situação será caótica.
Aconteceu. A App Store, loja de aplicativos para iPhone e iTouch da Apple chegou à marca de um bilhão de softwares baixados, nove meses depois de lançada. São 37 mil programas disponíveis para compra ou download gratuito e afirmam a plataforma como uma das principais para o desenvolvimento e consumo de software.
Os números da App Store provam que os dois aparelhos colocaram a empresa de Steve Jobs como mais um player no mercado da diversão eletrônica. As categorias de Games e Entretenimento juntas têm 10,8 mil do total de aplicativos. Mas a Apple ainda não permite o download de jogos no Brasil, deixando o público local sem um dos grandes sucessos da plataforma. Uma das explicações, não confirmada oficialmente pela Apple, é a legislação local para faixas etárias para os títulos – a classificação seria cara para o tamanho do mercado. Resta torcer, e usar a loja argentina como drible na ausência.
O preço médio atual do aplicativo é US$ 2,63. Surgiu a cultura do software lite, como demonstração gratuita do programa pago e os serviços web que eram a única alternativa antes da loja virtual se afirmaram como boa opção em vários casos.
A concorrência se prepara. BlackBerry, Nokia, Android e Windows Mobile têm a App Store como inspiração para suas lojas próprias e moldarão o futuro da App Store, que tropeça no processo de aprovação e manutenção dos aplicativos no ar. A última confusão aconteceu com o Baby Shaker, software que convida o usuário a chacoalhar um bebê virtual até que pare de chorar. A Apple liberou o aplicativo e depois o bloqueou, publicando um raro pedido de desculpas.
Nada tira o sucesso inegável da loja de aplicativos, que pode ganhar ainda mais destaque com o possível netbook da Apple, que receberia softwares apenas do ambiente controlado da App Store.
A Apple liberou hoje para download gratuito o aplicativo oficial do Skype para iPhone e iPod Touch. O software permite realizar chamadas telefônicas entre dispositivos com o programa instalado (PCs, celulares, PDAs) ou para telefones fixos e móveis.
A interface é simples e mostra a fusão entre a do iPhone OS e do Skype nos computadores. Depois de se logar, o usuário tem acesso aos contatos adicionados e seus status no serviço. A lista pode ser organizada por quem está online.
No iPhone, o usuário faz chamadas por Wi-Fi e conversa por texto também pela rede de dados do celular, em Edge ou 3G. O aplicativo do Skype permite fazer do iPod Touch um telefone, com o uso de um microfone.
No teste que fiz há pouco, o software funcionou perfeitamente, embora tenha travado uma vez, com o iPhone voltando à Springboard. É o velho problema de memória em uso dos aplicativos que apenas um boot resolve.
Hoje não é possível fazer ligações telefônicas usando o Skype e a rede da operadora. No entanto, o 9 to 5 Mac descobriu que o aplicativo instalado na versão 3.0 do firmware do iPhone usa a rede 3G para as chamadas, inclusive entre celulares.
Tamanha liberdade pode acabar com o lançamento oficial do firmware 3.0. O uso livre do VoIP por celulares causa arrepios nas operadoras, que temem perder parte considerável da receita com chamadas de voz, principalmente interurbanas e internacionais.
O usuário pode adotar imagens da câmera do iPhone como seu avatar, mas essa versão do Skype ainda deixa de lado algumas funções do serviço, como a compra direta de créditos para as ligações, chamadas com vídeo, além da implementação falha da conferência - é possível entrar em uma, mas não iniciá-la.
O Engadget Mobile descobriu uma tela interessante no iPhone com o firmware 3.0, ainda em beta e que foi disponibilizado para programadores.
Nela, um “Publique Vídeo” aparece na interface de comunicação com a suite de serviços online MobileMe. Pode ter sido um erro, ou a sugestão de que há características da 3.0 que só serão divulgadas com o novo celular. A gravação de vídeo já foi especulada antes para o novo iPhone.
As especulações ganharão cada vez mais força até junho. Na versão do firmware também aparecem menções a quatro possíveis novos produtos da Apple: iPhone 2,1 e 3,1, além dos iPod 2,2 e 3,1.
Lembre-se de que o iPhone original é conhecido internamente como 1,1 e o 3G, 1,2. Os iPod Touch são 1,1 e 2,1, de acordo com a geração.
Os números sugerem que a família de dispositivos sensíveis ao toque aumentará e com bons saltos evolutivos. De qualquer forma, não há obrigatoriedade de lançamento quando uma informação como essa aparece no firmware.
Depois da novidade vem a cobrança. Enquanto o iPhone reinava livre no mercado, como o primeiro celular multitouch e com ótimo uso da interface sem botões físicos, poucos questionavam suas ausências gritantes e injustificáveis: copiar-e-colar, MMS, gravação de vídeos, tethering, Bluetooth estéreo…
Quase dois anos depois, a realidade é outra. Praticamente todos os grandes fabricantes do mercado têm celulares com interface sensível ao toque à venda e um, em particular, começa a fazer barulho antes mesmo de chegar às lojas. É o Palm Pre, que você conhece bem aqui do Futuro.vc, não por acaso. É minha aposta para o início de uma nova geração.
À Apple cabia chamar o barulho para si, como bem sabe fazer, na apresentação de hoje da versão 3.0 do firmware do iPhone. Falhou feio ao prometer funções que existem na concorrência há anos.
Copiar-e-colar, conexão sem fio entre celulares, Bluetooth estéreo, MMS, teclado na horizontal, sincronia de anotações, integração com calendários. São bem-vindos por quem usa um iPhone, mas apenas a obrigação da Apple, que diz ter o melhor celular do mercado.
Vale destacar a navegação automática de mapas, desejada por quem quer transformar o iPhone 3G em um GPS automotivo, mas que por questões contratuais só funcionará com mapas de terceiros. Espere gastar mais para ter o benefício.
A gravação de vídeos, curiosamente, nem foi citada. Está esquecida, na gaveta de algum desenvolvedor em Cupertino.
Outras novidades são interessantes, como a busca integrada na linha da Spotlight do OS X, mas que só funciona offline (com exceção dos e-mails em IMAP) e nos aplicativos da Apple.
A quebra do limite entre a web e o celular é um dos potenciais do Pre, no qual não há diferença entre a busca por um contato na memória do aparelho ou o mesmo termo na Wikipedia ou Google. Torça para que essa busca seja aberta a terceiros e imagine a integração de serviços como Google Docs, Orkut, Flickr, Wordpress.
O iPhone 3.0 é perfeito para os desenvolvedores, que ganharam formas de cobrar por conteúdo extra dentro de seus programas, a partir de download e pagamento dinâmicos. Em um game, por exemplo, será possível oferecer novos níveis no momento em que o usuário chegar ao fim, baixando e pagando na hora. O modelo só vale para softwares comprados.
De fora continua a multitarefa, mas a Apple ressuscitou as notificações para aplicativos, prometidas para setembro do ano passado e desde então esquecidas. Elas exibem números de itens (mensagens não lidas, por exemplo), avisos em áudio e mensagens no centro da tela e alertas persistentes que exigem uma ação, como os alarmes e torpedos atuais. A Apple justifica a falta da multitarefa com a queda de até 80% da autonomia da bateria, estudada em aparelhos com Android, Windows Mobile. As notificações do iPhone consumiriam apenas 23%. Quem usa um celular da concorrência está acostumado a ter vários progamas rodando em paralelo, com bom desempenho e bateria. O cuidado da Apple é louvável, mas não compensa a falta do processo no iPhone.
A versão 3.0 também acaba com a sincronia de funções entre os modelos do celular. O iPhone original não terá o MMS ou Bluetooth estéreo. Segundo a Apple, as mensagens multimídia não são suportadas pelo chip de rádio do aparelho. O firmware será gratuito para qualquer modelo do celular, mas pago para o iPod Touch.
A Apple ainda tem uma chance de se redimir em julho, quando deve lançar o novo iPhone. Câmera melhor, mais memória e hardware rápido são possibilidades. Mas o anúncio de hoje já delimita o que ele poderá fazer - a não ser que a Apple ouça as críticas e o altere radicalmente.
A comScore, consultoria norte-americana de internet, lançou hoje um estudo com números que mostram a popularização do acesso móvel à web nos EUA. De todos, o que mais impressiona é o uso de redes sociais, blogs e informações financeiras no celular. Entre janeiro de 2008 e 2009 o número de acessos diários cresceu 427%.
Quase em simultâneo, o Facebook anunciou no fim de semana no badalado SXSW a chegada do Connect para o iPhone/iPod Touch. Com ele, desenvolvedores podem integrar seus aplicativos para a App Store com a rede social, levando o social graph do usuário para o bolso.
É difícil não pensar nas interações entre os usuários de um celular ao desenvolver um aplicativo. Com GPS e acesso rápido à web, os aparelhos estão prontos para isso. Mas é inviável criar uma rede social do zero, formada apenas por quem usa o software. Bem melhor é contar com os 170 milhões de usuários ativos do Facebook.
Imagine baixar um aplicativo de sugestão de restaurantes e com seu login do Facebook descobrir imediatamente o que seus contatos escolheram. Instalar um game e criar rankings instantâneos, ou compartilhar resenhas de filmes que viu com seus amigos e família. Tudo isso já é possível nos primeiros aplicativos com suporte ao Facebook Connect, que de quebra espelha a produção de conteúdo no celular na rede social, garantindo que seus contatos tenham acesso à informação a partir do computador.
Com o Connect fica claro que o celular não é apenas um veículo poderoso para consumir os updates dos seus contatos, mas se tornará o principal meio de entrada de dados na rede social, em texto, vídeo, foto ou áudio, com geotagueamento e atualizado em tempo real. É hora de publicar as fotografias do show enquanto ele acontece, sabendo quais contatos também estão ali e conhecendo sua experiência.