Se você precisa de mobilidade extrema para o seu MacBook, Pro ou Air, e não se importa em carregar peso extra, as baterias externas inéditas da HyperMac são perfeitas.
A empresa apresentou hoje os modelos de baterias de 60 watt (US$ 199,95), 100 watt (US$ 299,95), 150 watt (US$ 399,95) e 222 watt (US$ 499,95). Como comparação, a bateria incluída em um MacBook é de 45 watt e dura até cinco horas com o uso de rede sem fio - segundo a Apple. Estima-se que o laptop pode ficar ligado por até 32 horas seguidas.
De acordo com a HyperMac as baterias se ajustam ao notebook que as usa, com demandas de energia específicas dependendo da configuração. Ligadas à tomada, também são carregadas enquanto alimentam os portatéis e uma porta USB garante a alimentação de qualquer aparelho que a utilize para esse fim, como iPhones e iPods.
As baterias tem mil cargas estimadas e garantia de um ano. O peso extra varia entre 0,36 Kg e 2,13 Kg.
A HP é a primeira empresa do mercado a vender um notebook com tela sensível ao toque duplo do usuário. O TouchSmart TX2 é um Tablet PC de 12 polegadas com Windows Vista e o software MediaSmart, proprietário da HP para entender e traduzir os comandos com os dedos.
Na configuração padrão, o TX2 tem processador AMD Turion X2 com 2.1 GHz, 3 GB de memória RAM e 250 GB de disco rígido por US$ 1,149 nos Estados Unidos. Começa a ser vendido em dezembro.
Como Tablet PC, aceita o giro da tela para deitá-la sobre o teclado, transformando o notebook num caderno de anotações. O texto escrito com uma caneta especial pode ser traduzido em caracteres pelo Windows e em software como Word e Outlook.
No cardápio de gestos estão os já conhecidos do usuário do iPhone/iPod Touch para girar imagens, ampliar e afastar as fotos. Também é possível lançar programas e menus, além de controlar toda a interface do Windows com o dedo, como um apontador.
Nem tudo é perfeito nos novos notebooks da Apple. Se alguns reclamam do teclado com aparência pobre copiado do MacBook Air e do refexo excessivo nas telas glossy, o maior problema está no uso da solução gráfica dupla adotada pela empresa para o MacBook Pro.
De acordo com os primeiros testes do Engadget, o usuário tem que relogar para alternar entre os chips. O processo envolve fazer a alteração nas configurações do sistema, salvar todos os documentos, fechar os programas e encerrar a sessão de uso.
A mecânica passa longe do esperado para um computador da Apple e talvez o barulho dos usuários force a criação de um caminho mais simples para a troca dos chips.
Os notebooks são objetos de desejo, mas trazem problemas como o bisbilhoteiro ao lado na mesa do restaurante ou no assento do avião. Para resolver esse problema há películas aplicadas sobre a tela que reduzem o ângulo de visão, mas que são caras e que precisam ser retiradas eventualmente.
A LG apresentou uma tecnologia mais elegante para combater os voyeurs de plantão. Ao toque de um botão, o ângulo de visão é reduzido de 175 graus para 60 graus, com ajuste manual. Para a empresa, o Viewing-angle Image Control (VIC) não afeta o brilho ou contraste da imagem.
O painel de LCD começa a ser fabricado este mês, mas ainda não tem data para ser usado num computador portátil.
Será este o novo MacBook em alumínio e com cantos arredondados?
O vídeo chega como o último dos boatos sobre a renovação da linha de notebooks da Apple, agora confirmada por um convite enviado pela empresa aos convidados. Mostra o design do laptop, todo em alumínio, mas uma folha de papel esconde seu teclado, provavelmente inspirado no do MacBook Air. É possível ver também o trackpad maior, também na linha do último notebook da empresa.
Você leu primeiro no Futuro.vc. A Apple acaba de enviar o convite oficial para o evento de 14 de outubro, com o título The spotlight turns to notebooks, ou “O holofote se vira para os notebooks”.
Ao mesmo tempo, três novas imagens parecem mostrar a caixa do MacBook de 13 polegadas. No rumor mais recente, O Inquisitr publicou indícios de uma nova linha de preços para todos os laptops da empresa, que inclui um modelo de US$ 800 e um de US$ 3.100 com o total de 12 máquinas. Hoje são oito versões - três MacBooks, três MacBook Pro e dois MacBook Air.
Até agora, a queda era situada em US$ 100, com o MacBook mais barato custando US$ 999. O novo preço aproxima a máquina do mercado dos netbooks, inaugurado com o Asus Eee e povoado atualmente pelas marcas mais populares.
Mas não descarte a possibilidade de um MacBook Pro de 13 polegadas. A Apple descartou o modelo menor do seu laptop de ponta, Powerbook 12, depois da transição para a plataforma Intel.
Não é surpresa que o MacBook está pronto para uma reforma visual e técnica, mas hoje veio a imagem do que provavelmente é o exterior do notebook de entrada da Apple.
As fotos são de um site taiuanês e mostram a caixa em alumínio tão esperada. As bordas são arredondadas, numa inspiração visível do MacBook Air. Para quem não abre mão do símbolo da Apple, a maçã está lá, iluminada como sempre.
Para que ter alumínio em vez do plástico atual? O metal tornaria o MacBook menos agressivo ao meio ambiente e, provavelmente, mais leve. Além disso simboliza o alinhamento do design com o Air e que, possivelmente, continuará com a atualização do MacBook Pro.
Mais interessante é a possibilidade de carregar, no seu interior, um chipset vitaminado, talvez com chip gráfico da Nvidia ou AMD/ATI e que deixaria o portátil capaz de lidar melhor com edição de vídeo, jogos eletrônicos e multimídia em geral.
O novo MacBook deve chegar até o fim do ano com os novos processadores Core2Duo da plataforma Centrino 2.