Se você é um usuário fiel do Twitter, a versão nativa na web é pouco. Dois clientes do serviço para o OS X estão entre os melhores que existem, oferecendo velocidade na atualização e leitura do conteúdo dos seus seguidores.
O Nambu é a ferramenta de escolha de muitos, por ser gratuito e contar com ótima interface, alinhada com o que se espera de um software para o Mac. Um menu lateral oferece acesso rápido a todas as mensagens e links recebidos diretamente ou na lista de contatos.
O sofftware também conta com a criação de grupos para dividir com inteligência os tweets do grupo de seguidores. No alto há uma caixa de busca para encontrar rápido mensagens específicas.
O usuário conta com três modos de visão. No primeiro, todas as mensagens, diretas ou não, são dispostas em sequência e sem indicação da sua origem. Na outra, mais comum, o menu é exibido para não haver confusão. E ainda há uma terceira, completa, com os tweets dos seguidores, mensagens diretas, enviadas e buscas mostradas em colunas.
Qualquer resposta em público aparece como um thread, facilitando o acompanhamento da conversa. O Nambu conta também com suporte ao Growl, o serviço de notificações que aponta no OS X quando uma nova mensagem é recebida sem entrar na tela do aplicativo.
Se o usuário criar uma conta no software terá acesso a ferramentas de redução de links e upload de fotos. O Nambu pode ser usado com várias contas do Twitter, FriendFeed e Identica.
O Tweetie é similar à versão para iPhone e iPod Touch, preferida por muitos dos usuários dos aparelhos. Imita a interface que corre na horizontal ao selecionar os tweets, com respostas também agrupadas em conversações.
O software tem uma caixa separada para entrar as mensagens, que pode ser multiplicada. As buscas também são abertas em janelas dedicadas, se o usuário quiser. Um bookmarklet, ou link especial, pode ser usado para anexar rapidamente páginas visitadas aos seus tweets.
A organização também é o forte do Tweetie. É possível, com alguns cliques encontrar conversas de qualquer usuário do Twitter com outro, em threads - e desde que estejam abertas, claro.
O aplicativo tem uma versão gratuita, com anúncios. Para evitá-los, compre o software livre deles por US$ 14,95 no site oficial.
Você tem uma tomada perto do seu roteador? Que tal usá-la para compartilhar seu pen drive ou HD externo pela internet para acesso de qualquer computador? Essa é a proposta do PogoPlug, dispositivo que ligado à eletricidade e à rede interna da sua casa garante o consumo dos seus arquivos de qualquer lugar.
O aparelho é feito para ser fácil de usar. Os arquivos são acessados pela web, no site da empresa, ou pelo Windows ou Mac OS X com o uso do driver disponível para a conexão.
O usuário define o que quer do PogoPlug. Se usá-lo com um drive externo, o mesmo do backup dos seus arquivos do micro, terá todo o seu conteúdo disponível de qualquer computador conectado à internet. Pode apenas compartilhar músicas e filmes para o servidor multimídia ou adotar a memória disponível para upload remoto de arquivos.
O PogoPlug custa US$ 99 e também aceita um USB hub, para a ligação de vários HDs ou pen drives.
O Mac é a melhor plataforma para desbloquear o iPhone e o iPod Touch? Até agora sim, já que as ferramentas dos hackers saem primeiro para o OS X. Mas com o último update do sistema operacional da Apple uma das funções essenciais para o processo foi quebrada.
O problema é com o modo DFU, que trava o iPhone e o iPod Touch, forçando-os à restauração do firmware pelo iTunes. Assim, é possível instalar uma versão modificada pelo Pwnage do firmware original da Apple, avançando com o desbloqueio.
No 10.5.6, os aparelhos com DFU não são reconhecidos pelo iTunes, impossibilitando o desbloqueio. O problema também coloca em risco o jailbreak, usado nos iPhones originais vendidos no Brasil para permitir a instalação dos softwares de terceiros que não estão na App Store.
O iPhone Dev Team já se manifestou, dizendo que a questão parece ser um bug no kernel do OS X, e não uma medida consciente da Apple para quebrar o DFU. Há algumas sugestões para resolver o problema, todas arriscadas. Entre elas está o uso de um USB hub para conectar seu iPhone ou iTouch ao Mac ou, simplesmente, adotar as ferramentas para Windows.
O update do OS X traz vários updates e consertos e deve ser instalado por qualquer usuário de Mac.
Depois do vazamento imprevisto, o primeiro beta do uTorrent para Mac OS X está no ar. O software é muito parecido com a popular versão para Windows, mas não traz funções importantes como a assinatura de RSS.
O principal está presente: o consumo baixo de memória, que contrasta com o do Vuze, antigo Azureus e que faz a alegria dos usuários do sistema operacional da Microsoft.
E é para os switchers, que trocaram nos últimos tempos para o Mac, que o uTorrent é indicado. Os escolados no OS X provavelmente optaram pelo Transmission e se acostumaram com o programa. Mudar para um novo, vindo de outra plataforma, parece improvável.
De qualquer forma, baixe o beta e experimente. O foco do uTorrent sempre foi a leveza e a apresentação das funções principais para gerenciar o seu download e upload de torrents.
Confesso: não tenho muita paciência para assistir os programas de TV frequentes no Ustream e outros sites parecidos. Gosto de vários deles, mas o problema está em manter os olhos na aba do navegador enquanto faço outras coisas no computador.
O StreamDesk resolve grande parte do problema. O aplicativo para Mac ou Windows cria uma janela dedicada para alguns dos melhores streams da internet. Há o Chris Pirillo, o TwitTV, a iJustine. O segredo é o uso dos vídeos embutidos oferecidos pelos serviços, numa interface limpa e funcional.
Infelizmente não há como incluir os seus itens na lista, mas há dezenas de opções para escolher - todas em inglês. O software gratuito exige a versão 10 do Flash e o .NET framework 3.5, no Windows.
O uTorrent sempre foi a minha opção de cliente para a rede peer-to-peer Bit Torrent, pela estabilidade e baixo consumo de recursos do micro. Mas a espera pela versão para OS X tem sido longa.
A conversão para os Macs foi prometida em grande parte dos três anos em que fez sucesso no Windows, e agora chega de forma inusitada. O uTorrent 0.1 Alpha foi vazado para a internet via Bit Torrent, no site Pirate Bay. Seu download, como esperado, é rápido, com apenas 1,26 MB.
O software está funcional e traz todas as opções para garantir um bom download na rede. Mas como não é reconhecido pela equipe que desenvolve a versão para Mac como uma versão para download, deve ser usado com cautela.
O site oficial do uTorrent permite cadastrar seu e-mail para receber notícias do lançamento oficial. E com certeza o número de downloads no Pirate Bay vai servir como incentivo para a aceleração do processo.
Dick Komiyama, presidente da Sony Ericsson, fez uma declaração que deve ter ecoado como um trovão na Finlândia. De acordo com o executivo, sua empresa está interessada em adotar o Android como sistema operacional em futuros celulares.
A Sony Ericsson é a maior parceira da Nokia na Symbian Foundation, criada em junho para fazer frente às plataformas OS X e Android. Mas o barulho com o lançamento do T-Mobile G1, o primeiro celular da iniciativa pilotada pelo Google, deve ter atraído a atenção da empresa.
Para Komiyama, a questão é mais política do que tecnológica. A Sony Ericsson não precisaria abandonar o Symbian, mas com certeza teria problemas com a Nokia, que controla o sistema operacional e talvez até tenha feito alguma parceria de exclusividade para fortalecê-lo.
Pessoalmente, tenho dúvidas sobre a capacidade do Symbian de competir em médio prazo com o Android e OS X. A resposta será respondida em parte com o Tube, que teve a interface modificada para o paradigma da tela com superfície multitouch.