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Melancolia no fim da Macworld com a Apple

07.01.09 11:24 | APPLE, HARDWARE, SOFTWARE | Comentar »

MacBook Pro_futuro.vc

Não houve Steve Jobs nem grandes produtos. O keynote da Apple na Macworld 2009 foi uma decepção, principalmente por ser o último no evento, que a empresa deixa a partir desse ano. A notícia mais importante passou longe dos laboratórios de Cupertino, numa jogada política de mestre para agradar a indústria fonográfica e aumentar ainda mais o alcance da iTunes Store.

Até o fim de março, 10 milhões de músicas da loja estarão disponíveis para compra sem a cápsula de proteção aos direitos autorais, ou DRM. Com isso poderão ser tocadas em qualquer aparelho compatível com o formato em questão e com liberdade para gravação e cópia entre computadores. Dez anos depois do nascimento do Napster, Warner, Sony BMG, Universal e EMI - as gigantes da música - concordaram que a proteção não é a solução para a pirataria. Desde 1999 os usuários sofreram com CDs que só tocavam em alguns aparelhos, músicas que precisavam de conexão à internet para serem tocadas e incompatibilidade entre reprodutores, canções e softwares.

A mudança parece ter sido talhada para a Apple atender à demanda antiga das gravadoras para aumentar o preço das músicas, que agora são vendidas em três faixas: US$ 0,69, US$ 0,99 e US$ 1,29. 

A notícia tem pouco efeito prático para o Brasil, já que a iTunes Store para música não existe por aqui. Mas terá reflexos a médio prazo, ao forçar todo o mercado a abandonar o DRM.

No lado convencional, a Macworld confirmou os boatos sobre o MacBook Pro de 17 polegadas, enfim atualizado para a plataforma Unibody dos irmãos de 13 e 15 polegadas. O laptop mais caro da empresa ficou mais leve (2,49 kg) e fino (2,41 cm), principalmente pela adoção da bateria interna não-removível.  

Ao eliminar a remoção da bateria, a Apple conseguiu aumentar em 60% o seu espaço no computador. Com isso e um chip que calcula o carregamento ideal das células, o novo MacBook Pro pode ter até 8 horas de autonomia, com até três vezes mais recargas na bateria antes que perca potencial.

O novo laptop se junta a outro modelo premium da empresa, o MacBook Air, no uso da bateria não-removível. Passo a cogitar que esse será o futuro dos notebooks da Apple, passando a considerar cinco anos como o ciclo de vida do micro. A bateria pode ser trocada na assistência técnica - a do Pro custa US$ 179, nos EUA. É um novo paradigma que começa a ser testado nas pontas antes de chegar ao mercado de massa. 

Outro rumor confirmado foi o da atualização dos pacotes iLife e iWork. O primeiro, multimídia, teve como principais novidades o reconhecimento de faces e geotagueamento no iPhoto, e os ajustes funcionais no iMovie, para aplacar a fúria de quem rejeitou a versão 2008 do software. No conjunto profissional, adições leves para manter a perseguição ao Office e o lançamento do beta do iWork.com, para compartilhamento de documentos pela internet.

De fora ficou a atualização do Mac Mini, que talvez chegue durante o ano, já que rumores indicaram que algumas novidades foram deixadas de lado pouco antes do keynote de Phil Schiller. O melhor vai ficar para as apresentações em Cupertino, nos próximos meses…

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Mac Mini e MacBook Pro serão as estrelas da Macworld

05.01.09 0:04 | APPLE, HARDWARE | Comentar »

Ganha força o rumor da atualização do computador mais barato da Apple e seu notebook de ponta na Macworld desse ano - e última com a presença da empresa. O Mac Mini e o MacBook Pro de 17 polegadas ganharão adições importantes que os colocarão como ótimas opções de compra, mas com um detalhe polêmico.

O Mini, que parecia próximo da extinção, terá uma fraqueza importante consertada. A inclusão do chipset da Nvidia trará processamento gráfico suficiente para fazer da máquina uma boa opção para o uso genérico, como aconteceu com o MacBook.

O novo conector de vídeo Display Port será incluído com o miniDVI já existente, junto com a quinta porta USB e uma Firewire 800 no lugar da Firewire 400 original.

Com essas mudanças, o Mac Mini ganha fôlego para ser uma boa opção de desktop, mesmo sem teclado, mouse e monitor integrados. Mas é preciso ter fé na sua vinda para o Brasil custando o mesmo preço que o atual. A prática é padrão na Apple, mas não foi respeitada com o MacBook e MacBook Pro da nova geração. Culpa da crise.

O MacBook Pro de 17 polegadas será incluído na nova família de design da Apple, com a caixa feita com o método Unibody, numa peça singular de alumínio. A mudança do desenho também provoca o uso de uma bateria diferente, que não terá uma porta para troca direta pelo usuário - como acontece com o MacBook Air. As duas características sugerem que pode ser mais fino e leve que o modelo atual.

O novo sistema para a bateria é um problema para o usuário, que terá que pagar por sua troca em alguns anos, mas pode render 50% a mais de carga com a adoção de uma nova tecnologia.

Acredita-se também na atualização dos pacotes de aplicativos iLife e iWork, com softwares multimídia e de escritório, respectivamente. Em relação ao iPhone, não conte com novidades. A Apple deve guardá-las para março ou abril, numa apresentação em Cupertino, como será o padrão na era pós-Macworld.

A palestra de Phil Schiller acontece no dia 6 de janeiro, em São Francisco.

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MacBooks controlam reprodução de filmes em monitores, TVs e projetores

18.11.08 13:59 | APPLE, HARDWARE | Comentar »

Um professor norte-americano descobriu, por acaso, um lado negro dos novos notebooks da Apple. Ao tentar reproduzir Hellboy 2 num projetor com entrada VGA, foi impedido por uma mensagem que o alertou para a exibição em telas não autorizadas. 

Com isso foi descoberto que o mecanismo de proteção HDCP existe em alguns filmes da iTunes Store e nos novos MacBooks. Ele libera a reprodução apenas nos suportes compatíveis, com o objetivo de impedir a gravação do conteúdo a partir da saída de vídeo do computador. A tecnologia também é compatível com filmes em DVD e de outras lojas na internet.

A novidade está ligada à mudança da porta de vídeo miniDVI para a Display Port, padrão aberto que foi apresentado com os laptops e festejada pela Apple por ser mais portátil e consumir menos energia. Mas o detalhe do HDCP não foi mencionado…

O problema também foi reportado com o filme Um sonho de liberdade, mas nenhuma das séries vendidas na loja virtual apresentaram o bloqueio. O importante é que os MacBooks são preparados para o HDCP - sem aviso prévio da Apple. Com isso, seu televisor ou projetor pode não funcionar com o conteúdo adquirido oficialmente e reproduzido pelos micros.

A história recente mostra que as proteções contra cópia e perseguição dos usuários que baixam conteúdo, principalmente músicas, não funcionam para reduzir a pirataria. Hollywood sente os efeitos do download não autorizado mais tarde, por causa dos arquivos maiores, mas parece andar sob as mesmas pegadas da indústria fonográfica. E ninguém precisa de binóculo para saber que elas levam para o abismo.

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Update de software pode vitaminar gráficos do novo MacBook Pro

23.10.08 23:20 | APPLE, HARDWARE, SOFTWARE | Comentar »

macbookpronvidia_futuro.vcNão é bom comprar um notebook e descobrir, meses depois, que ele pode ficar mais rápido com um simples update no sistema operacional? Essa é a possibilidade para o novo MacBook Pro, que com a atualização potencial do OS X ganharia maior potencial gráfico e de memória RAM.

A notícia veio da Nvidia, que via Gizmodo declarou que o chipset GeForce 9400M - que equipa os novos MacBooks - tem suporte ao SLI híbrido. A tecnologia permite o uso de dois chips gráficos em simultâneo, para a força extra nas aplicações multimídia.

Do jeito que o Pro está, apenas um dos chips pode ser usado por vez. Se o usuário optar pelo 9400M, que usa parte da memória RAM, terá um desempenho menor do que o 9600 GT dedicado. Mas a troca exige se logar de novo no OS X e, consequentemente, salvar os documentos abertos e encerrar programas.

A Nvidia afirmou também que o MacBook e o MacBook Pro podem receber até 8 GB de memória RAM, de acordo com as especificações do 9400M. 

Provavelmente a atualização seria no driver do chipset, de código fechado e de propriedade da Apple, num acordo com a Nvidia. Em tese, a decisão está na mão da empresa de Steve Jobs, mas em tese hackers espertos conseguiriam um software alternativo para habilitar a função. Ela permitiria, por exemplo, usar o 9400M com o notebook na bateria, o 9600 GT quando estivesse na tomada e os dois em casos extremos. A adoção dupla gasta mais bateria e produz calor - algo que o Pro pode não estar preparado para suportar.

Em último caso, a Apple pode ter deixado essa cartada de lado até o lançamento do Snow Leopard, a próxima versão do OS X que deve chegar às lojas no ano que vem e com apresentação detalhada na MacWorld, em janeiro.

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Poder gráfico do MacBook Pro envolve novo login

15.10.08 17:50 | APPLE, HARDWARE, SOFTWARE | Comentar »

Nem tudo é perfeito nos novos notebooks da Apple. Se alguns reclamam do teclado com aparência pobre copiado do MacBook Air e do refexo excessivo nas telas glossy, o maior problema está no uso da solução gráfica dupla adotada pela empresa para o MacBook Pro.

De acordo com os primeiros testes do Engadget, o usuário tem que relogar para alternar entre os chips. O processo envolve fazer a alteração nas configurações do sistema, salvar todos os documentos, fechar os programas e encerrar a sessão de uso.

 

A mecânica passa longe do esperado para um computador da Apple e talvez o barulho dos usuários force a criação de um caminho mais simples para a troca dos chips.

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MacBook e MacBook Pro agora são irmãos em alumínio

14.10.08 18:09 | APPLE, HARDWARE | 3 Comentários »

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Jonathan Ive provou hoje mais uma vez que é o melhor designer de produtos da indústria da tecnologia. Com o redesenho dos notebooks da Apple, o britânico coloca nas mãos dos usuários computadores portáteis lindos, mais poderosos e, pela primeira vez, realmente irmãos.

A caixa de plástico rígido que equipava o MacBook foi isolada no modelo de US$ 999, que caiu de preço, mas com gravador de DVD. A grande diferença externa entre os novos laptops são as dimensões - 13 polegadas e 15 polegadas para o MacBook e o MacBook Pro, respectivamente. Até a espessura dos computadores é a mesma, 2,41 cm.

O design faz uso da tecnologia apelidada internamente pela Apple de brick, ou tijolo. Para tornar o notebook mais leve, fino e robusto, a empresa agora faz sua moldagem a partir de uma peça única de alumínio, retirando partes do todo, em vez do contrário, aplicado até agora. Como Ive declara no vídeo disponível na página da Apple, “em muitas formas ele é mais bonito internamente do que por fora”. As mudanças tomam inspiração clara no iMac, no MacBook Air e no iPhone, alinhando definitivamente os produtos da Apple.  

O teclado dos novos notebooks é iluminado e o mesmo do Air, mas a novidade no controle da interface está no trackpad de vidro, que garante menor fricção. Sua superfície é um botão, que pode ser pressionado para o clique. Com isso, há um ganho de 39% na área útil. Ele também aceita agora mais comandos gestuais, com até quatro dedos e a configuração por software para um espaço para o clique direito. “A sensação é de usar o multitouch no iPhone ou iPod Touch”, explica Fábio Ribeiro, engenheiro de sistemas da Apple Brasil.

Mas a grande novidade do MacBook, que pesa 2,04 kg, 200 g a menos que a versão anterior, está dentro. O chipset Nvidia GeForce 9400M junta controladores de memória e outros componentes com o chip gráfico. Ele usa 256 MB dos 2 GB de memória RAM do micro para apresentar até cinco vezes mais desempenho que a versão Intel anterior. Os testes confirmarão, mas parece o fim do gargalo do modelo anterior para o uso de aplicações multimídia, como vídeo e games.

O MacBook Pro pesa 2,49 kg e conta com o 9400M e o 9600M GT com 256 MB de memória exclusiva. O computador mantém o uso do primeiro chip até que o outro seja exigido, o que retira uma hora de autonomia de bateria das cinco previstas com o Wi-Fi ligado. O procedimento exige um novo login.

Com o redesenho, as portas dos dois notebooks passaram para um lado único, mas como se esperava, o Pro tem mais opções - uma firewire 800, a habitual ExpressCard, entrada e saída de áudio separadas. Outra vantagem é o acesso simples ao HD.

Mesmo com a semelhança entre os dois notebooks, a Apple descarta a canibalização do mercado. “Estão bem posicionados. Para aplicações profissionais o Pro ainda é a máquina de escolha. Mas como Steve Jobs falou, o MacBook ganha esse ar mais sério que abre espaço para outros usos”, contou Ribeiro. 

A Apple trocou a saída de vídeo miniDVI pela Display Port, padrão aberto e que suporta maiores resoluções e banda na transmissão de dados. Infelizmente, nenhum dos laptops traz na caixa os cabos para ligação em monitores DVI ou VGA - que devem ser comprados à parte. As telas dos notebooks são com LED backlight, com menor consumo e mais leves. Mas usam o modo glossy, que desagrada muitos pelo reflexo. Uma superfície em vidro cobre a tela e se estende até as margens do notebook, como no monitor do iMac.

Todos os computadores ganharam também a opção de uso dos drives SSD, sob encomenda.

O MacBook Air teve seu hardware atualizado, contando com o novo chip gráfico Nvidia 9400M, com até quatro vezes mais velocidade, e o dobro de memória em disco, 120 GB.

Como companheiro visual dos notebooks, a Apple também apresentou um novo monitor de 24 polegadas com conectores Display Port, USB e MagSafe. O conjunto funciona como um hub para fornecer imagem, ligações aos periféricos e energia ao notebook.

Para quem procura um Mac portátil, a hora é de esperar a chegada dos novos modelos ao Brasil. A Apple não divulgou data ou preço para os equipamentos, e a grande dúvida é saber se chegarão por preços semelhantes aos atuais. O upgrade de peso chamará os usuários que descartavam o plástico dos MacBook antigos e que ainda terão acesso a todas as novidades de interface do Pro.

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Mais imagens do novo MacBook de 13 polegadas

09.10.08 14:24 | APPLE, HARDWARE | Comentar »

Você leu primeiro no Futuro.vc. A Apple acaba de enviar o convite oficial para o evento de 14 de outubro, com o título The spotlight turns to notebooks, ou “O holofote se vira para os notebooks”.

Ao mesmo tempo, três novas imagens parecem mostrar a caixa do MacBook de 13 polegadas. No rumor mais recente, O Inquisitr publicou indícios de uma nova linha de preços para todos os laptops da empresa, que inclui um modelo de US$ 800 e um de US$ 3.100 com o total de 12 máquinas. Hoje são oito versões - três MacBooks, três MacBook Pro e dois MacBook Air.

Até agora, a queda era situada em US$ 100, com o MacBook mais barato custando US$ 999. O novo preço aproxima a máquina do mercado dos netbooks, inaugurado com o Asus Eee e povoado atualmente pelas marcas mais populares.

Mas não descarte a possibilidade de um MacBook Pro de 13 polegadas. A Apple descartou o modelo menor do seu laptop de ponta, Powerbook 12, depois da transição para a plataforma Intel.

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