Basta ter atenção, parece. A F-Secure, empresa de tecnologia, publicou um novo post em seu blog oficial que abusa da ironia para tratar um antigo e perigoso companheiro da família Windows.
Ao renomear um arquivo para simular duas extensões, como “teste.txt.exe”, o usuário faz com que o sistema apenas mostre a primeira delas, no caso a inofensiva “txt”. Com a mudança do ícone para o padrão de um documento de texto está aberto o caminho para o clique e a execução impensadas de um potencial invasor.
A falha, conhecida de qualquer usuário avançado do sistema operacional, continua presente no Windows 7 RC, ou Release Candidate, primeira versão proposta para o lançamento oficial…
A Microsoft revelou hoje que o Windows 7 terá um modo especial para programas criados originalmente para o XP, ou que rodam com perfeição nesse sistema.
Nessa forma, chamada Windows XP Mode, o software funcionará a partir de uma edição especial do Virtual PC, no modo de emulação. De acordo com o post do blog de engenharia do novo sistema da Microsoft, a ferramenta roda melhor em “micros Windows 7″. Resumindo, haverá consumo maior de recursos do que a execução nativa, num comportamento parecido com o VMWare e Parallels.
O Windows XP Mode será oferecido como download grátis apenas para as versões Professional e Ultimate do 7. Acredita-se que não será preciso ter uma licença do XP para usá-lo.
A beta do novo Virtual PC será lançada em breve - talvez com o Release Candidate do Windows 7, que chega em 30 de abril para assinantes do MSDN e TechNet, e em 5 de maio para o público em geral.
Como escolher um notebook com tela de 17 polegadas e custando menos que US$ 1 mil. Esse é o tema do novo anúncio do Windows, focado numa usuária e sua busca pelo computador perfeito - pelo menos para ela.
Assista à peça abaixo e observe como a personagem diz não ser cool o suficiente para comprar o MacBook de 13 polegadas e US$ 999, que é o único portátil da Apple que se encaixa em seu orçamento.
A publicidade é ótima e faz parte do movimento recente de anúncios descontraídos, mas que enviam um recado claro à Apple: os usuários de Windows também podem ter orgulho de suas máquinas e de sua experiência. Verdade discutível em se tratando do Vista, mas que pode ser comum em alguns meses, com o belo Windows 7.
Esqueça a simplicidade. A Microsoft divulgou hoje os pacotes do seu novo sistema operacional, Windows 7, e não conseguiu reduzir a confusão que ajudou a afastar os usuários do Vista.
O 7 terá seis sabores: Starter Edition, Home Basic, Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate. As designações são uma mistura das usadas no XP e no Vista, mas o número de edições é exagerado.
Para os usuários finais e pequenas empresas, três modelos são os que importam:
O Home Basic será semelhante ao seu irmão no Vista, com interface mais simples. No entanto, será vendido apenas nos mercados emergentes, como o Brasil.
O Home Premium é a escolha ideal para o usuário. Tem a interface gráfica completa, multitouch, jogos extras, suporte a redes caseiras e as ferramentas multimídia como o Media Center, reprodução e criação de DVD, edição de fotos.
O Professional é o Premium com recursos completos para gestão de redes e melhor configuração para consumo de bateria em laptops.
O Enterprise só será vendido em volume, e o Ultimate terá todos os recursos do anterior, mas com disponibilidade limitada nas lojas e em OEM.
Por que não juntar o Basic e o Premium? A única explicação que consigo imaginar é a variedade enorme de configurações de PCs, mas com o Windows 7 rodando bem mais rápido que o Vista, isso não é um problema para micros com alguns anos de vida. A Microsoft declarou hoje que apostará suas fichas em dois modelos - Home Premium e Professional - e que dessa vez o Starter Edition estará disponível em todo o mundo.
O que prova a viabilidade da redução das versões é o desempenho da beta gratuita do Windows 7 Ultimate, considerada a versão mais completa para o mercado final e que roda bem até em netbooks.
Para quem já instalou a beta pública do Windows 7 e gostou do próximo sistema operacional da Microsoft, uma ótima notícia. O cruzamento de informações referentes à última versão do software mostra que ele pode chegar completo em julho.
O trabalho foi do blogueiro Ed Bott, da ZDNet, com base, principalmente no documento que acompanha a versão 7000 do Windows 7. Ele indica que o usuário terá que substituir o sistema “por outra versão lançada” quando ele expirar, no primeiro dia de agosto. Como o programa de upgrade para o Windows 7 começará um mês antes, resta julho como uma janela confiável para o lançamento oficial.
Não tenha medo de instalar o Windows 7 beta 7000 no seu computador, desde que mantenha o seu sistema atual. Embora a versão esteja estável, pode não ter todos os drivers necessários para seus periféricos e a compatibilidade com os softwares que você utiliza. O Lifehacker tem um ótimo guia, em inglês, para ajudá-lo na instalação com dual boot, seja com XP ou Vista.
É preciso usar um update para reproduzir MP3 no Windows Media Player que vem com o sistema, disponível para download gratuito.
Usuários de Macs também podem brincar com o 7, partindo do guia publicado pelo Coffeestops. Os drivers do primeiro CD de recuperação do seu micro servirão no novo Windows, com algumas modificações.
O Futuro.vc desacelerou para comemorar o fim do ano, mas não podia deixar de publicar uma das melhores histórias de 2008 - no seu último dia.
Muitos usuários do tocador multimídia Zune, da Microsoft, viram seus aparelhos morrer no dia 31 de dezembro de 2008. O aparelho trava e, ao ser religado, congela na tela de boot.
Não há o que fazer. Quem esperava usar seu MP3 player na festa de reveillon terá problemas. A Microsoft demorou horas para reconhecer o problema, mas agora tem uma mensagem com alguma esperança, mas sem informação, na sua página de suporte. É bom lembrar que o Zune não é vendido oficialmente no Brasil pela Microsoft e, por isso, não tem suporte local.
É a cereja de um bolo bem amargo que a Microsoft comeu em 2008. A empresa viu o Vista ser massacrado, acabou sepultando-o com declarações e demonstrações do Windows 7, perdeu a fusão com o Yahoo e amarga uma posição difícil no mercado de internet. O Zune, sua promessa para concorrer com o iPod, não teve upgrades relevantes para mantê-lo na briga.
O ano que vem promete, principalmente pelo Windows 7, que parece ser leve e estável, e com o fim dos problemas técnicos do XBox 360 na chegada do modelo Jasper.
Os resultados de 2008 marcam uma virada para a Microsoft, e não a seu favor. O iPhone se confirmou entre os smartphones e vendeu mais que todas as dezenas de aparelhos com o Windows Mobile. O sistema que já foi o segundo mais popular nos celulares, hoje está na quarta posição, atrás do Symbian, OS X e BlackBerry.
Paul Thurrott, blogueiro e uma espécie de evangelista da Microsoft, escreveu sobre os desafios da empresa e citou algumas informações novas que ouviu nos corredores de Redmond. O Projeto Pink citado anteriormente terá, como resultado, o Zune Mobile, uma plataforma de software para celulares com funcionalidade multimídia.
É suficiente para ameaçar a estrutura montada pela Apple, com seu iPhone, iPod Touch e iTunes/App Store? Sim, se a Microsoft emplacar a ótima assinatura de músicas que com uma mensalidade permite baixar e ouvir o que quiser. É o diferencial imediato que a empresa pode oferecer. E, obviamente, o Zune Mobile precisa ter uma interface sensacional - o que não é difícil já que o tocador multimídia oferece ótima experiência de uso.
Por fora corre a Apple. De acordo com o iDealsChina, Steve Jobs planeja anunciar na Macworld, em janeiro, o iPhone Nano. O celular seria uma versão menor do atual, também com interface sensível ao toque e tela cobrindo toda a superfície do aparelho. A fonte, no entanto, é pouco confiável.
Há mercado para o iPhone Nano e até necessidade, se a Apple pretende dominar o mercado de celulares. Nunca o conseguirá com apenas um modelo, grande e caro para os bolsos de grande parte dos consumidores. Imagine o impacto de um Nano a R$ 300, com iPod, Wi-Fi, Safari e aplicativos. Seria devastador.