Às vésperas da possível apresentação do novo iPhone, no começo de junho, os rivais da Apple na telefonia celular preparam a concorrência com base na plataforma do Google.
Depois do anúncio oficial do i7500, o primeiro Samsung com Android, é a vez da Motorola surgir com o Calgary, por enquanto apenas confirmado pelo Boy Genius Report - que não costuma errar.
O celular tem o form factor do T-Mobile G1, à venda nos EUA, mas com linhas retas. O teclado slider QWERTY garante a digitação fácil no que parece ser o foco do aparelho - acesso à redes sociais. Acredita-se que o Calgary (nome de código) será lançado ainda este ano.
Desde o primeiro sinal de vida do Calgary, seu nome foi ligado à Verizon, que opera na rede CDMA nos Estados Unidos. Sendo assim, ela seria a primeira a receber o celular, mas acredito que a Motorola o transporte para o universo GSM logo em seguida.
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O blog aberto mostra o primeiro desenho com as idéias que misturam muito do que tem sido visto e experimentado no mercado, mas com radicalidade. O Optimus Maximus, teclado com LEDs que mudam as teclas de acordo com a funcionalidade desejada foi fundido a um BlackBerry 7130 para oferecer um telefone inusitado.
Em vez de apelar para a interface sensível ao toque que mexe com os usuários, os controles são expandidos às teclas, que assumem comandos de acordo com o que é exibido na tela. O navegador ativo apresenta teclas para voltar e avançar entre as páginas, favoritar conteúdo e atalhos para os sites mais acessados. Emails e torpedos seguem a mesma idéia, com links para contatos e o alfanumérico básico. O mesmo pode ser aplicado para o reprodutor multimídia, jogos e aplicativos em geral.
Algo parecido foi implementado pela Motorola no E8, que já está no mercado. Seu teclado muda as funções dependendo do software em execução.
A dupla convida os internautas a acessar o blog e deixarem seus comentários. Aproveite a chance e faça parte do início de algo bem interessante.
A UIQ, que mantém a interface do mesmo nome baseada em Symbian e que equipa celulares da Sony Ericsson e da Motorola, pediu falência nos Estados Unidos. Alega que “não há oportunidades para criar uma nova linha de negócio no clima financeiro atual”.
A empresa ficou para segundo plano desde a entrada da Sony Ericsson na Open Handset Alliance, organização pilotada pelo Google, responsável pela evolução do Android, e que já contava com a Motorola.
Com isso, Android, iPhone OS X, Symbian, Palm, BlackBerry e Windows Mobile se afirmam como as plataformas da telefonia móvel. As duas primeiras estão em evidência, mas o sistema do Google abraça a maior parte dos fabricantes do mercado, sugerindo um futuro bem interessante. Por enquanto apenas o G1, da HTC, está à venda, mas 2009 promete variedade.
A Palm, que anda combalida prepara a virada com o Nova, que deve ser apresentado na quinta-feira na CES. O aparelho + novo sistema operacional é considerado “sensacional” pelo Chunch Gear, com suporte a touchscreen, teclado completo e funções multimídia. Espero que atenda às expectativas, porque o momento e de máxima concorrência, com ótimo resultado para o consumidor.
De acordo com um blog russo, a Motorola acabou com os planos de lançamento do Razr 3, a nova versão do celular que colocou a empresa em evidência há alguns anos, mas que também foi o motivo do seu atraso atual.
O novo Razr, de nome de código Ruby, teria câmera de 5 megapixels com flash LED, GPS, Wi-Fi e suporte à terceira geração. Como os anteriores, seria muito fino e com um visor externo ainda maior que o Razr 2, com seis posições sensíveis ao toque com os dedos. Para a interface a escolha seria a UIQ, com sistema operacional Symbian.
Uma das razões para a desistência é o investimento pesado na plataforma Android, que renderá vários aparelhos para a Motorola a partir de 2009. Mas pode haver receio de continuar apostando na plataforma Razr, que como foco central da empresa não teve o mesmo sucesso na segunda geração.
Mas nada impede que o Razr 3 faça sua estréia com o sistema operacional do Google e maior aposta na interface sensível ao toque - o Norte atual da indústria.
A Motorola trocou as convenções da indústria de celulares ao apresentar hoje o curioso Aura, primeiro aparelho com display circular colorido.
O telefone tem uma tela LCD pequena, com 1,6 polegada, mas com 16 milhões e resolução de 300 dpi - que garante imagem em alta definição para o espaço usado. Um mecanismo de precisão permite rodar a base do aparelho em 180º mantendo a orientação do visor.
O Aura é um celular GSM/Edge quadband com câmera de 2 megapixels, MP3 player, captura e reprodução de vídeo, 2 GB de memória interna e navegador web. O alumínio do aparelho, suas 700 partes independentes e a lente de safira 62 quilates da câmera contrastam com as pobres características técnicas do telefone. Acima de tudo, o Aura é um símbolo de status, para ser visto, mais que usado.
O celular desbloqueado custará US$ 2 mil nos EUA, onde deve ser lançado em dezembro.
A dois dias da chegada do T-Mobile G1, primeiro celular com Android, às lojas, a BusinessWeek apresentou mais detalhes do plano da Motorola para uso do sistema operacional do Google em sua linha de aparelhos.
O telefone da empresa norte-americana terá foco no social, com acesso embutido a redes sociais como Facebook e MySpace e toda a constelação de serviços calcada nelas - upload de fotos, mensagens instantâneas, recados e lista de contatos, por exemplo.
O celular será mais parecido com o iPhone, com uma tela tão grande como a do aparelho da Apple e sensível ao toque. No entanto, não está claro se trará o multitouch que permite controlar a interface com mais de um comando gestual ao mesmo tempo.
Fontes do site citam o Krave, da Motorola, como inspiração para o celular com Android. O Krave é um touchscreen CDMA para a Verizon que por sua vez lembra os modelos Ming da operadora que fazem sucesso na Ásia e no Brasil. Ao contrário dele, o novo aparelho terá teclado QWERTY deslizante e quem já o viu diz que lembra um irmão mais elegante do G1.
Acredita-se que a Motorola esteja trabalhando numa série de celulares Android.
A Nokia está passando a semana com preparações para seu futuro. Ontem comprou o Plazes, serviço alemão de microblogging com localização. Hoje, adquiriu o resto da Symbian e criou uma fundação na linha do que o Google faz com a sua Open Handset Alliance e o Android.
O Plazes avisa que não fechará durante a transição para dentro da Nokia e que mantém os planos de lançamento de uma versão para iPhone. O serviço será provavelmente integrado ao leque do portal Ovi, que tem aplicativos para partilha de conteúdo, gerenciamento de mapas e loja de música.
E aguarde para breve seu novo Nokia com um clone do Twitter instalado, com localização integrada e fusão com a rede social Twango, comprada pela empresa no ano passado.
Na base desses serviços há o Symbian, sistema operacional para dispositivos móveis que é usado por aparelhos da Samsung, Motorola, Sony Ericsson e principalmente da Nokia. A empresa finlandesa anunciou a compra do resto da companhia e a criação da Symbian Foundation para estimular e garantir o futuro do software. A idéia é unificar as interfaces S60 (Nokia), UIQ (Sony Ericsson) e Moap (DoCoMo) e abrir cada vez mais o código do sistema para facilitar o desenvolvimento de terceiros.
Com a fundação, a Nokia promete que os fabricantes de celulares gastarão menos tempo na criação e manutenção das interface e correção de problemas, e mais na preparação de novos modelos.
A Fundação Symbian abre as portas no começo de 2009 e conta hoje com 235 celulares no mercado.