Sinal dos tempos? Em entrevista ao Times britânico, o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, disse que a idade média dos espectadores da Olimpíada está aumentando - e sugeriu que a culpa está nos games e na televisão.
“Os jovens são atraídos por formas visuais e interativas de comunicação. Não será fácil para o esporte rivalizar com isso”, disse.
De acordo com Rogge, a média de idade do espectador dos Jogos Olímpicos é 46 anos, contra 24 anos do competidor. Para tentar reverter a situação, o COI pediu que os 3,5 mil atletas que participarão da Olímpiada jovem em 2010 disseminem por redes sociais e blogs que o esporte e o ideal olímpico são “bacanas”.
É preciso digerir essas notícias com cuidado. É claro que o COI não está preocupado apenas com a prática do esporte, já que há milhões de pessoas de várias idades envolvidas na prática atualmente. A questão principal pode ser a perda de espectadores do evento bilionário. Menor audiência equivale a preço mais baixo para os direitos de transmissão e de publicidade.
O jogo eletrônico não pode e nem deve substituir o esporte “real”. Mas é certo que o cenário é bem diferente para o COI. Há anos que o multiplayer caminha para se tornar um spectator sport, e em países como Coréia do Sul e Estados Unidos isso já é uma realidade.
O MacRumors levanta uma possibilidade interessante para os games no iPhone e iPod Touch, a partir de uma patente registrada pela Apple. Ela descreve o uso de servidores para capturar as pontuações dos jogadores.
Os resultados seriam assinados digitalmente, garantindo a fidelidade das entradas. A Electronic Arts e a Gameloft, duas das principais criadoras de games para celular, já anunciaram que vão lançar títulos para o iPhone e o Touch.
Levo a possibilidade adiante. Que tal apresentar uma rede nos moldes da XBox Live para o iPhone e o Touch? Cada usuário do celular ganharia seu perfil e o ingresso numa rede social para a troca de informações, conversa em tempo real conhecimento de quem está jogando certo título naquele momento.
Para quem esperava o lançamento de um console pela Apple ou até a atualização da Apple TV para os games, parece que a plataforma para a diversão eletrônica da empresa está mais próxima do que parecia…
Surge a primeira tela de Battlefield Heroes, o novo jogo da Dice que será lançado pela Electronic Arts no meio do ano. O game está na capa da revista Games For Windows e o site oficial traz os primeiros detalhes que trazem boas novidades para a série de ação multiplayer.
O jogo será gratuito. O usuário baixará uma cópia no site e poderá jogar sem uma assinatura mensal ou a compra da cópia. O lucro com o game virá dos anúncios e dos micropagamentos para itens e mapas extras
Em 2003, Enemy Territory fez muito sucesso como um jogo multiplayer gratuito com seis mapas que compunha a porção online de Return to Castle Wolfenstein, situado na Segunda Guerra Mundial.
Battlefield Heroes será cartunizado e a primeira imagem lembra Team Fortress 2, game da Valve que faz sucesso desde o fim de 2007 como parte do pacote Orange Box. No novo Battlefield, um sistema já comum em ambientes multiplayer juntará jogadores com skills parecidos para evitar frustrações com partidas fáceis ou difíceis demais.
Um das maiores promessas de jogos eletrônicos do ano chega às lojas. Hellgate: London é situado na capital britânica em 2038, tomada por demônios.
O game é da Flagship Studios, fundada pelos criadores de Diablo e promete apresentar novidades ao gênero de RPG com elementos de ação. O jogo tem geração randômica de níveis e pode ser jogado online de graça, embora uma modalidade paga seja prevista com conteúdo extra.
Assista a um trailer do jogo, que já está à venda nas lojas brasileiras.
O que acontece quando uma das marcas mais famosas de automóveis se junta com o RPG online mais popular da atualidade? Um comercial espetacular. O filme abaixo começou a circular nas emissoras abertas de TV dos Estados Unidos para anunciar o novo Toyota Tacoma.
Curto e grosso, o anúncio é inspirado no vídeo clássico da aventura de Leroy Jenkins em uma das instâncias de World of Warcraft. Assista e aprenda como chatear muito seus parceiros num videogame multiplayer.
A um dia do lançamento de Halo 3, surgem as primeiras análises do jogo nos sites especializados. Li algumas e separei esse vídeo do Gamespot que cobre todas as novidades do game para XBox 360, junto com seqências de ação impressionantes.
O consenso é que o enredo do jogo fecha muito bem a saga de Halo, que se tornou o carro-chefe da aventura da Microsoft na diversão eletrônica, mas também deixa espaço para uma quarta etapa da série. Gráficos e som são considerados de alto nível, e as opções de jogo valorizam o dinheiro gasto. É possível explorar os nove capítulos da história com amigos na rede multiplayer XBox Live ou num quarteto offline.
O modo multiplayer tem vários modos de jogo, mas o destaque vai para o Forge. É um editor de níveis inédito que permite modificar variáveis nos níveis, mas não a sua geometria. O conjunto de mudanças é compartilhado facilmente pela internet, como filmes gerados durante as partidas multiplayer. Quem quiser explorar Halo 3 para além do modo de jogo solitário terá muito para se divertir.
Para quem está louco para conhecer um pouco mais de um dos principais jogos do ano, é a hora de assistir a sete minutos de uma partida multiplayer no Halo 3, para XBox 360. Ainda é uma versão de teste, o jogo não está pronto e os gráficos podem até mudar até o lançamento, no fim do ano.
Vale um aviso: assista sem som, porque a trilha sonora é horrenda.