Em silêncio, a Apple atualizou hoje sua família MacBook com upgrade de hardware do modelo branco, que restou da geração anterior. Com a alteração ele se torna ainda mais atraente para quem busca um Mac barato.
O modelo ganhou HD maior, de 120 GB para 160 GB, e memória RAM mais rápida, de 2 GB 667 MHz DDR2 para 2 GB 800 MHz DDR2. O processador Core2Duo agora é mais veloz que o usado no modelo unibody (prateado) de entrada - 2,13 GHz contra 2 GHz.
A versão branca é mais pesada, feita com policarbonato e não tem o trackpad com superfície clicável do unibody. O chip gráfico é o mesmo, GeForce 9400M.
O MacBook branco continua custando US$ 999 nos Estados Unidos. Aqui, o modelo anterior custa pouco menos de R$ 4 mil.
Se você precisa de mobilidade extrema para o seu MacBook, Pro ou Air, e não se importa em carregar peso extra, as baterias externas inéditas da HyperMac são perfeitas.
A empresa apresentou hoje os modelos de baterias de 60 watt (US$ 199,95), 100 watt (US$ 299,95), 150 watt (US$ 399,95) e 222 watt (US$ 499,95). Como comparação, a bateria incluída em um MacBook é de 45 watt e dura até cinco horas com o uso de rede sem fio - segundo a Apple. Estima-se que o laptop pode ficar ligado por até 32 horas seguidas.
De acordo com a HyperMac as baterias se ajustam ao notebook que as usa, com demandas de energia específicas dependendo da configuração. Ligadas à tomada, também são carregadas enquanto alimentam os portatéis e uma porta USB garante a alimentação de qualquer aparelho que a utilize para esse fim, como iPhones e iPods.
As baterias tem mil cargas estimadas e garantia de um ano. O peso extra varia entre 0,36 Kg e 2,13 Kg.
Como escolher um notebook com tela de 17 polegadas e custando menos que US$ 1 mil. Esse é o tema do novo anúncio do Windows, focado numa usuária e sua busca pelo computador perfeito - pelo menos para ela.
Assista à peça abaixo e observe como a personagem diz não ser cool o suficiente para comprar o MacBook de 13 polegadas e US$ 999, que é o único portátil da Apple que se encaixa em seu orçamento.
A publicidade é ótima e faz parte do movimento recente de anúncios descontraídos, mas que enviam um recado claro à Apple: os usuários de Windows também podem ter orgulho de suas máquinas e de sua experiência. Verdade discutível em se tratando do Vista, mas que pode ser comum em alguns meses, com o belo Windows 7.
Sem alarde, a Apple apresentou uma nova versão do seu notebook de entrada e igualou o hardware entre os modelos da linha MacBook. O modelo branco, com a caixa de plástico que foi substituído pelo Unibody dos laptops atuais, tornou-se uma escolha interessante e barata.
A mudança principal é no processador gráfico. Sai o Intel GMA X3100 e chega o Nvidia 9400M, o mesmo que equipa os outros MacBooks. A CPU também ganha um upgrade, com o uso do Core2Duo de 2 GHz mais atual, com FSB de 1066 MHz. Para completar, 2 GB de memória RAM, dobrando a oferta original.
O preço continua o mesmo, US$ 999. Não é sabido se a Apple Brasil manterá o valor de R$ 3.799, cobrado atualmente para o MacBook branco.
Com as alterações o novo notebook torna-se o único MacBook com a plataforma Nvidia e uma porta Firewire, que foi extinta nos modelos de alumínio.
Não houve Steve Jobs nem grandes produtos. O keynote da Apple na Macworld 2009 foi uma decepção, principalmente por ser o último no evento, que a empresa deixa a partir desse ano. A notícia mais importante passou longe dos laboratórios de Cupertino, numa jogada política de mestre para agradar a indústria fonográfica e aumentar ainda mais o alcance da iTunes Store.
Até o fim de março, 10 milhões de músicas da loja estarão disponíveis para compra sem a cápsula de proteção aos direitos autorais, ou DRM. Com isso poderão ser tocadas em qualquer aparelho compatível com o formato em questão e com liberdade para gravação e cópia entre computadores. Dez anos depois do nascimento do Napster, Warner, Sony BMG, Universal e EMI - as gigantes da música - concordaram que a proteção não é a solução para a pirataria. Desde 1999 os usuários sofreram com CDs que só tocavam em alguns aparelhos, músicas que precisavam de conexão à internet para serem tocadas e incompatibilidade entre reprodutores, canções e softwares.
A mudança parece ter sido talhada para a Apple atender à demanda antiga das gravadoras para aumentar o preço das músicas, que agora são vendidas em três faixas: US$ 0,69, US$ 0,99 e US$ 1,29.
A notícia tem pouco efeito prático para o Brasil, já que a iTunes Store para música não existe por aqui. Mas terá reflexos a médio prazo, ao forçar todo o mercado a abandonar o DRM.
No lado convencional, a Macworld confirmou os boatos sobre o MacBook Pro de 17 polegadas, enfim atualizado para a plataforma Unibody dos irmãos de 13 e 15 polegadas. O laptop mais caro da empresa ficou mais leve (2,49 kg) e fino (2,41 cm), principalmente pela adoção da bateria interna não-removível.
Ao eliminar a remoção da bateria, a Apple conseguiu aumentar em 60% o seu espaço no computador. Com isso e um chip que calcula o carregamento ideal das células, o novo MacBook Pro pode ter até 8 horas de autonomia, com até três vezes mais recargas na bateria antes que perca potencial.
O novo laptop se junta a outro modelo premium da empresa, o MacBook Air, no uso da bateria não-removível. Passo a cogitar que esse será o futuro dos notebooks da Apple, passando a considerar cinco anos como o ciclo de vida do micro. A bateria pode ser trocada na assistência técnica - a do Pro custa US$ 179, nos EUA. É um novo paradigma que começa a ser testado nas pontas antes de chegar ao mercado de massa.
Outro rumor confirmado foi o da atualização dos pacotes iLife e iWork. O primeiro, multimídia, teve como principais novidades o reconhecimento de faces e geotagueamento no iPhoto, e os ajustes funcionais no iMovie, para aplacar a fúria de quem rejeitou a versão 2008 do software. No conjunto profissional, adições leves para manter a perseguição ao Office e o lançamento do beta do iWork.com, para compartilhamento de documentos pela internet.
De fora ficou a atualização do Mac Mini, que talvez chegue durante o ano, já que rumores indicaram que algumas novidades foram deixadas de lado pouco antes do keynote de Phil Schiller. O melhor vai ficar para as apresentações em Cupertino, nos próximos meses…
Ganha força o rumor da atualização do computador mais barato da Apple e seu notebook de ponta na Macworld desse ano - e última com a presença da empresa. O Mac Mini e o MacBook Pro de 17 polegadas ganharão adições importantes que os colocarão como ótimas opções de compra, mas com um detalhe polêmico.
O Mini, que parecia próximo da extinção, terá uma fraqueza importante consertada. A inclusão do chipset da Nvidia trará processamento gráfico suficiente para fazer da máquina uma boa opção para o uso genérico, como aconteceu com o MacBook.
O novo conector de vídeo Display Port será incluído com o miniDVI já existente, junto com a quinta porta USB e uma Firewire 800 no lugar da Firewire 400 original.
Com essas mudanças, o Mac Mini ganha fôlego para ser uma boa opção de desktop, mesmo sem teclado, mouse e monitor integrados. Mas é preciso ter fé na sua vinda para o Brasil custando o mesmo preço que o atual. A prática é padrão na Apple, mas não foi respeitada com o MacBook e MacBook Pro da nova geração. Culpa da crise.
O MacBook Pro de 17 polegadas será incluído na nova família de design da Apple, com a caixa feita com o método Unibody, numa peça singular de alumínio. A mudança do desenho também provoca o uso de uma bateria diferente, que não terá uma porta para troca direta pelo usuário - como acontece com o MacBook Air. As duas características sugerem que pode ser mais fino e leve que o modelo atual.
O novo sistema para a bateria é um problema para o usuário, que terá que pagar por sua troca em alguns anos, mas pode render 50% a mais de carga com a adoção de uma nova tecnologia.
Acredita-se também na atualização dos pacotes de aplicativos iLife e iWork, com softwares multimídia e de escritório, respectivamente. Em relação ao iPhone, não conte com novidades. A Apple deve guardá-las para março ou abril, numa apresentação em Cupertino, como será o padrão na era pós-Macworld.
A palestra de Phil Schiller acontece no dia 6 de janeiro, em São Francisco.
Os presentes do Natal de 2009 começam a tomar forma um ano antes. A Sony mostrou detalhes de um certo Vaio P que entra para a categoria dos netbooks, mas provavelmente no topo da pirâmide. Ao mesmo tempo, a Dell prepara o Adamo para vencer as dimensões do MacBook Air, incluindo seu preço.
O Vaio P deve apresentar um processador Intel Atom 1.33 GHz, talvez na versão dual core. Terá 60 GB de disco rígido, com a opção do SSD de 128 GB. E ao contrário dos outros netbooks virá com o Windows Vista instalado.
O grande diferencial é a tela, com 8 polegadas e alta resolução - 1600 × 768 pixels - que oferece mais espaço útil, mas cobra uma vista perfeita do usuário. Bluetooth e Wi-Fi compõem o pacote conhecido, que caberá facilmente no bolso.
O usuário que optar pelo Dell Adamo terá comprado, se os rumores se confirmarem, o notebook mais fino do mundo. Para ultrapassar o MacBook Air, o ThinkPad X301 e outros, o fabricante usará telas especiais da Samsung ou da LG de 3,5 mm e formato de 16:10, diferente do 16:9 que tem equipado os micros widescreen.
As dimensões únicas têm seu revés. Acredita-se que o Adamo custará bem mais que o rival Air, situado na faixa dos US$ 3 mil, contra US$ 1,8 mil do portátil da Apple. O nome pode também indicar uma família de notebooks, liderada pelo modelo especial.