pirataria

Assista a Watchmen em Blu-ray e converse com seus amigos do Facebook

12.05.09 0:38 | HARDWARE, SITES, WEB | Comentar »

Numa opção inédita na indústria do cinema, a Warner integrou seu social graph do Facebook ao novo lançamento em Blu-ray da empresa. Quem comprar a versão do editor de Watchmen poderá assisti-la em alta definição e conversar com seus amigos da rede social em simultâneo.

O encontro é possível com a função BD-Live, presente na versão 2.0 do formato. Ela exige um tocador com conexão à internet e memória extra interna para lidar com o conteúdo. O videogame PlayStation 3, com leitor integrado Blu-ray, é o mais indicado.

A edição especial de Watchmen também trará uma exibição em tela dividida com o filme e um vídeo com comentários do diretor, Zach Snyder. Será lançada nos EUA em julho, ao mesmo tempo que as versões comuns, em DVD e Blu-ray.

No fim do ano passado o BD-Live foi usado para uma apresentação de Dark Knight com participação em tempo real do diretor, Chris Nolan. O evento juntou 50 mil particpantes, mas o resultado foi confuso, com muitos comentários, pouca moderação e a necessidade de digitação do diretor.

São experiências como essas que apontam o novo horizonte de Hollywood e da indústria do entretenimento como um todo. Elas definem a diferença entre a experiência básica do download em redes peer-to-peer e a especial, que só os produtores do conteúdo podem oferecer. 

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Hacker paga 32 mil dólares para ter seu Nokia jurássico

22.04.09 18:21 | CELULAR | 6 Comentários »

Como um celular simples de 2003 pode valer 25 mil euros hoje? O que parece ser uma pegadinha ou item de colecionador é mais uma fonte para possíveis ataques eletrônicos.

O Nokia 1100, aparelho de entrada da fabricante finlandesa lançado há seis anos, hoje é desejado por hackers de todo o mundo, que chegam a oferecer US$ 32 mil por um deles. De acordo com a PC World e a empresa de segurança Ultrascan Advanced Global Investigations, facilita a fraude eletrônica bancária.

O celular parece ser facilmente programado para qualquer número do mercado. Assim, receberia torpedos de bancos para a confirmação de transações, por exemplo. A Nokia, que fabricou 200 milhões de unidades do 1100, nega que o aparelho tenha uma falha de segurança.

As informações ainda são nebulosas, mas se a falha existir, permitiria que o aparelho assumisse por um tempo limitado a linha de outro - suficiente para receber as senhas. 

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Pirate Bay é condenado, mas continua a navegar

17.04.09 17:40 | SITES, WEB | 1 Comentário »

Peter Sunde, um dos quatro acusados de não respeitar os direitos autorais das obras apontadas em torrents no indexador The Pirate Bay comparou sua condenação e o futuro ao filme Karate Kid. Para ele, depois de apanhar dos “bandidos” e de muito treinamento, “chutaremos os seus traseiros”.

Os quatro foram condenados a um ano de prisão e multas de US$ 3,6 milhões - bem menos que o pedido pela indústria fonográfica e por Hollywood. O veredito não incluiu o fechamento do site, considerado o maior buscador de torrents da internet.

Não adianta condenar todos os responsáveis por todos os sites de torrents. A distribuição livre de filmes, músicas, séries, jogos e softwares continuará, em novos serviços. O modelo tradicional de negócio da indústria cultural não funciona mais, mas ainda não está disposta a abraçar outro.

Com isso, insiste em atacar quem aponta para o conteúdo trocado pela internet. Iniciativas locais e relativamente pequenas, como o Hulu, se mostram interessantes e deveriam ser estendidas para buscar novos padrões de comércio cultural. Do outro lado, o público se acostuma aos poucos a consumir filmes e músicas na internet, abandonando os suportes físicos. Até o Blu-ray, queridinho de Hollywood, corre o risco de não vingar e perder a briga com a distribuição digital. 

O Pirate Bay insiste que não hospeda os arquivos multimídia, e apenas aponta para o que está no HD dos internautas. A acusação conseguiu emplacar sua queixa com condenações anteriores, e curiosas. Em 1963, a Corte Suprema sueca considerou que um cidadão era culpado pela surra que outro levou por segurar o casaco de quem atacou.

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Briga contra pirataria chega à App Store com proteção extra

12.02.09 17:04 | APPLE, CELULAR, IPHONE, SOFTWARE | 1 Comentário »

Para combater a pirataria de software na loja virtual de aplicativos da Apple, um grupo russo apresentou uma ferramenta que impede o desbloqueio dos programas.

A Kali Anti-Piracy cria uma segunda cápsula no aplicativo ao ser enviado aos servidores da Ripdev, empresa russa que criou a tecnologia. O processo é transparente para o usuário e feito antes do cadastramento do programa na App Store, para aprovação. O mecanismo original da Apple há muito foi aberto pelos piratas.

De acordo com a Ripdev, atualmente a Kali é inquebrável. Com isso, um aplicativo com a proteção não cai nos indexadores de torrent ou sites de partilha de arquivos como os .IPA que inundam a internet. A Ripdev cobra um valor para a instalação e uma porcentagem sobre os 70% repassados pela Apple aos criadores de um aplicativo. 

No site da empresa russa há relatos de desenvolvedores que viram a pirataria tomar conta de 2/3 de seus arquivos instalados. 

Quem tem algum conhecimento da pirataria em meios digitais sabe que nenhuma tecnologia contra cópia é suficiente para acabar com a cultura. Serviços como o Crackulous e o Appulo.us ajudam a quebrar e a distribuir os aplicativos prontos para o iPhone e iPod Touch sem passar pelo pagamento ou pela App Store. 

Os preços dos softwares para a dupla de eletrônicos é baixo, em média US$ 5. Comprá-los é incentivar o mercado, que já provou seu potencial. Com 20 mil programas para download gratuito ou pago, a App Store é um sucesso. E mostrou que o iPhone e o iTouch podem rivalizar com netbooks e videogames portáteis em uma série de funcionalidades.

Mas a Apple pode cooperar e incluir a categoria de Games na App Store brasileira. Ao entregar toda a oferta de aplicativos viabiliza o uso dos jogos, hoje inacessíveis legalmente para os brasileiros.

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YouTube libera download de vídeos

19.01.09 18:04 | SITES, WEB | 1 Comentário »

Não se assuste ao acessar o YouTube e encontrar um link “click to download”. Desde o fim de semana o maior agregador de vídeos da internet liberou o download de vídeos para o HD do internauta.

A opção ainda é restrita a poucos vídeos, como alguns do canal oficial de Barack Obama, o novo presidente dos Estados Unidos. Os arquivos são trazidos para o computador no formato MP4, que pode ser assistido com facilidade em vários softwares e aparelhos, como o iPod e o iPhone.

De acordo com o advogado Lawrence Lessig, que publicou pela primeira vez a novidade, o YouTube ampliará a função para outros vídeos. Mas não espere que ela chegue ao conteúdo comercial tão fácil. Isso depende de um acordo entre o Google e o detentor do seu direito autoral. E como os vídeos não tem proteção contra cópia, a discussão é ainda mais sensível.

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Indústria fonográfica desiste dos processos, mas aperta provedores

19.12.08 16:16 | WEB | Comentar »

Depois de anos processando seus consumidores, a indústria fonográfica norte-americana decidiu mudar de tática. Agora, as empresas do setor concentrarão seus esforços nos provedores, que intermediarão os avisos aos internautas.

Em cinco anos foram 35 mil processados por compartilhar músicas na internet sem o pagamento de direitos autorais. Entre eles, um morto, uma criança e uma senhora de idade - exemplos extremos da confusão que cercou a tática.

Tudo começou na virada do século e com o Napster, que em menos de dois anos juntou milhões de usuários na, até então, inédita troca de MP3 de forma rápida e organizada. A indústria fonográfica viu seu modelo de negócio ameaçado, com o consumo unitário de canções, de graça e no formato digital. As ações legais foram a resposta desesperada, acompanhadas da divisão de opiniões dos artistas e da fúria dos consumidores.

Pesquisas mostraram que o download ‘ilegal’ de músicas servia também como publicidade para os CDs, algo que pode ter sido usado por bandas ao liberar os arquivos primeiro nas redes peer-to-peer.

A nova estratégia da indústria fonografia parte de uma aliança com grandes provedores de acesso nos Estados Unidos. Eles ficarão encarregados de alertar os usuários, reduzir suas velocidades de download ou até bloquear suas contas. Os processos serão raros, apenas compartilhadores “profissionais”.

 

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Amazon é usada para baixar conteúdo ilegalmente

04.12.08 12:04 | SITES, SOFTWARE, WEB | Comentar »

Numa estratégia cruel, mas genial, o grupo de hackers Pirates of the Amazon criou uma extensão do Firefox que permite baixar conteúdo por torrents a partir das páginas da maior loja virtual do planeta.

Depois da instalação qualquer descrição de um produto digital na Amazon passa a conter um grande link com a frase “Download 4 Free”, ou “baixe de graça”. Ao clicar nele, o internauta baixa um torrent do Pirate Bay, o maior site do gênero, referente à mercadoria em questão.

Por sua variedade, a Amazon funciona também como um buscador para encontrar produtos. Com a extensão, no entanto, a função de compra ao navegar aleatoriamente pelos produtos é maculada.

A página do Pirates of the Amazon está fora do ar. Segundo o Webware, não há certeza de que foi abatida pela loja virtual, ou apenas fruto do acesso em massa, já que apareceu na primeira página do Digg. Com isso sumiu o link para download da extensão, que continua funcionando mesmo sem a imagem para o link de download do torrent. 


Pirates of the Amazon screencast from pirates_of_the_amazon on Vimeo.

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