O ex-diretor da Sony Computer Entertainment, Phil Harrison, é o autor de uma patente que pode sinalizar os próximos caminhos da Sony para a diversão eletrônica portátil. O registro descreve um aparelho quase quadrado com tela sensível ao toque e “calombos” nas bordas que oferecem respostas aos movimentos dos dedos no visor.
A empresa japonesa afirmou recentemente que prevê 10 anos de vida para seu PSP, o PlayStation Portátil, mas flerta cada vez mais com os games em celulares. O namoro chega a arriscar a parceria com a Ericsson como fabricante de telefones móveis devido ao desejo de usar sozinha a marca PlayStation em aparelhos futuros.
O celular como videogame tem grande potencial e deve ser um dos filões mais populares da vindoura App Store, a loja oficial de aplicativos do iPhone. As características da interface do celular da Apple abrem caminho para jogos inéditos, mas ao mesmo tempo a ausência de teclas físicas torna a conversão de vários games tradicionais um desafio.
No celular, o lugar é dos jogos casuais - aqueles com partidas rápidas, para a brincadeira numa viagem rápida da casa para o trabalho ou no tédio da sala de espera de um consultório médico. Com telas grandes e boa capacidade de memória, os telefones para games automaticamente se tornam ótimos reprodutores multimídia, ampliando seu potencial.
Como sempre, uma patente registrada não garante a sua aplicação, pelo menos ao pé da letra. Mas é hora da Sony expandir seu nome também na diversão em celulares, com o melhor que a marca PlayStation tem para oferecer.
Nas rodas de boatos há meses, parece que o celular PlayStation da Sony é real. De acordo com a MarketingWeek, o aparelho pode chegar ao mercado em tempo do Natal de 2009. O telefone móvel seria uma versão do PSP, o portátil da família PlayStation que depois do sucesso inicial tem apanhado do rival Nintendo DS em vários mercados.
Faltam detalhes técnicos, mas sobram impressões de que a parceria com a empresa sueca Ericsson está azedando. O último problema teria ocorrido com o F305, celular com foco nos games lançado na semana passada pela Sony Ericsson e que curiosamente não leva a marca dos consoles japoneses. A ausência seria reflexo do arrependimento de ter usado o Walkman em celulares da empresa conjunta, desviando-o de uma adoção centralizada na Sony.
De acordo com a publicação, a Sony “nunca” adotaria o PlayStation em uma iniciativa conjunta com outra companhia. Está criado o impasse.
Estava demorando. Depois de celulares de vários fabricantes, é a vez do videogame portátil Sony PSP explodir e queimar um de seus usuários.
A vítima foi um garoto de 12 anos de Detroit, nos EUA. O console de Harold Clay explodiu e pegou fogo, atravessando sua calça e causando queimaduras de segundo grau. O videogame não estava ligado. O calor aumentou rápido e o jovem rolou no chão, como foi ensinado a fazer em caso de incêndio.
Falta explicar um fato importante. Será que a bateria era genérica? O uso de produtos de terceiros, que não foram certificados pelo fabricante, pode trazer acidentes. Essa justificativa pode esconder a vontade de centralizar as vendas das baterias por quem cria o eletrônico, mas é uma possibilidade real.
Na história de Harold, o mais curioso era o game que estava no drive do PSP. Burnout, sucesso das batidas em alta velocidade.
É o presente de Natal que muitos esperavam. A primeira versão pública do emulador de PlayStation para o iPhone já pode ser baixada e comprova que o celular tem potencial para aplicações com gráficos 3D.
Confira o fórum oficial do PSX4iPhone para conhecer o grau de compatibilidade com os jogos. Para usar o emulador é preciso converter os games para formatos como ISO, IMG, BIN, Z e ZNX e copiá-los para o celular. Quem busca aventura pode usar um BIOS do console no iPhone e alterar comandos de texto para acelerar o desempenho do emulador.
O emulador pode criar problemas com a Sony, que vende jogos do PlayStation original para uso no PSP, a partir do PlayStation 3 ou diretamente no console portátil.
Quem busca clássicos vai adorar a chegada de Boulder Dash para o iPhone. iDigger é um clone do game que faz uso da interface sensível ao toque num game ainda em estágio inicial, mas que já oferece muita diversão.
Os dois jogos são encontrados no Installer usando as bibliotecas de softwares já instaladas como padrão. Se quiser aumentar as fontes de programas para baixar adicione “http://modmyiphone.com/installer.xml”, sem as aspas, na aba Sources do Installer.
Uma das grandes vantagens do PlayStation 3 é a possibilidade de torná-lo um computador de verdade. A Softpedia publicou um tutorial para a instalação do Ubuntu 7.1, distribuição do Linux famosa por ser amigável e madura, que usa o hardware do console da Sony com maestria.
O processo dura 40 minutos e é simples, à prova de iniciantes. A melhor qualidade do procedimento é deixar o sistema operacional do videogame intacto. Para instalar o Ubuntu você precisa de uma cópia do sistema operacional na versão para o PS3 gravado num CD, um teclado USB e um drive de armazenamento externo - HD, cartão de memória ou pen drive.
Depois de instalado, o sistema reconhece áudio, vídeo, Bluetooth, USB, rede e o drive Blu-Ray. Com isso, é possível acessar a internet, gravar CDs e DVDs, assistir filmes e até jogar Super Mario ou Zelda com emuladores no console da Sony.
Para encerrar o ciclo vitorioso do PlayStation 2, a Sony lançará uma versão ainda menor do console. Conhecida como SCH-90000, pesa 720 gramas e tem a fonte de energia embutida no corpo do aparelho.
Com uma base como acessório para ser colocado na vertical e três cores - branco, prata e preto - o videogame começa a ser vendido no Japão em 22 de novembro por US$ 140. Espera-se que chegue aos Estados Unidos por menos que US$ 99, atingindo a faixa de preço mágica que garantirá a extensão da vida útil do produto.
Em outubro, a Sony anunciou que vendeu 120 milhões de unidades do PlayStation 2 desde o início do seu ciclo, em 2000. A empresa japonesa acredita que há fôlego para chegar às 220 milhões.