Conheça o MozPhone, ou Open Web Phone. Começa a ser pensado pela Fundação Mozilla, do Firefox e Thunderbird, e o Yanko Design.
O blog aberto mostra o primeiro desenho com as idéias que misturam muito do que tem sido visto e experimentado no mercado, mas com radicalidade. O Optimus Maximus, teclado com LEDs que mudam as teclas de acordo com a funcionalidade desejada foi fundido a um BlackBerry 7130 para oferecer um telefone inusitado.
Em vez de apelar para a interface sensível ao toque que mexe com os usuários, os controles são expandidos às teclas, que assumem comandos de acordo com o que é exibido na tela. O navegador ativo apresenta teclas para voltar e avançar entre as páginas, favoritar conteúdo e atalhos para os sites mais acessados. Emails e torpedos seguem a mesma idéia, com links para contatos e o alfanumérico básico. O mesmo pode ser aplicado para o reprodutor multimídia, jogos e aplicativos em geral.
Algo parecido foi implementado pela Motorola no E8, que já está no mercado. Seu teclado muda as funções dependendo do software em execução.
A dupla convida os internautas a acessar o blog e deixarem seus comentários. Aproveite a chance e faça parte do início de algo bem interessante.
A fundação Um Laptop Por Criança (OLPC), famosa pela promessa do notebook educacional de US$ 100, que nunca atingiu esse preço, mostrou hoje o conceito para a segunda versão do produto.
Com duas telas sensíveis ao toque unidas como um livro, o portátil assume vários usos, de acordo com o software em execução. O laptop funcionará com apenas 1 Watt e já tem preço prometido de US$ 75. O atual XO custa US$ 188.
A segunda versão do notebook mostra que a fundação também bebe no modelo do touch screen, que parece se tornar a tendência para a computação móvel em celulares e computadores nos próximos anos. Resta saber se um micro desses seria tão resistente como o atual.
O Google surpreendeu os desenvolvedores ao apresentar um update para a plataforma de celulares Android que traz adições na interface e funcionalidade do telefone móvel.
Com isso, a versão mostrada na 3GSM, em Barcelona, está ultrapassada. Some a barra de aplicativos parecida com a Dock do Mac OS X, substituída por ícones distribuídos na tela - provavelmente um passo intermediário até que outra idéia interessante surja.
A empresa adicionou suporte ao OGG, midi, XMF e outros para a reprodução de áudio no media player integrado e animações de layout para aplicativos. O software de mapas passa a traduzir coordenadas em endereços, e vice-versa.
Há muito o que fazer e, por enquanto, o ponto forte da Android é rapidez com que roda, mesmo em estágio inicial. Aguarde para 2008 os primeiros celulares com a plataforma, de fabricantes como Samsung, LG, HTC ou Motorola - os fabricantes que participam da Open Handset Alliance.
Os primeiros aparelhos com o sistema operacional Android, apresentado pelo Google e que faz parte da Open Handset Alliance, grupo com algumas das maiores operadoras e fabricantes do planeta, estão em demonstração na 3GSM, que acontece em Barcelona.
De novidade, a rapidez da interface. São protótipos da Texas Instruments, que fabrica os processadores ARM que equipam um sem número de portáteis. Os aparelhos trazem uma Dock parecida com a do OS X, navegador web com renderização rápida e fiel das páginas e aplicativos como bate-papo e Google Maps.
De acordo com o Pocket-lint, o processador usado é o ARM9, antigo mas que mostra poder com o código otimizado do Android. Do outro lado, há quem diga que o código da plataforma é um terror.
Numa coisa todos concordam. É cedo para classificar o Android e seu impacto na indústria da telefonia celular.