A HP apresentou ontem um conceito de videogame que usa o posicionamento do GPS como arma principal para se destacar dos demais.
O Mediascape, ou Mscape, funciona como uma interface para o mundo real. É uma camada gráfica que apresenta desafios baseados na posição do jogador. Ao entrar numa rua, por exemplo, vê pela tela um inimigo ou obstáculo que só existe ali. Tomara que também mostre os pedestres e os carros, para evitar um game over dolorido.
Conheça mais do Mscape no vídeo institucional da HP. A empresa não oferece detalhes de quando o console portátil chegará ao mercado e se isso acontecerá.
Fica cada vez mais difícil decidir qual dos consoles da nova geração comprar. Durante uma conferência pública, o presidente da Chartered Semiconductor, Chia Song, revelou que a empresa está preparando um processador para um vídeogame na tecnologia de 45 nanômetros. A empresa tem trabalhado com a Microsoft no XBox 360.
A técnica é mais avançada que a de 65 nanômetros, prometida para o futuro próximo nos consoles da empresa, e abriria caminho para a criação de aparelhos menores, como os PlayStation 2 slim, por esquentarem menos. Além disso, a tecnologia garante a fabricação e venda dos chips com custo menor. O update chegaria apenas em 2008, um ano depois do prometido update para solucionar os problemas de aquecimento do XBox 360.
A rival Sony também não está parada. Warwick Light, presidente da divisão neozelandesa de entretenimento da empresa, deixou escapar que o PlayStation 3 ganhará um sintonizador de TV digital e funções de gravador. A novidade chegará também em 2008 para o sistema DVB-T, originalmente europeu e usado em grande parte do mundo. Como comparação, o Brasil escolheu o ISDB japonês, o menos adotado no globo.
A Intel apresentou um protótipo/conceito de notebook de invejar qualquer fabricante. O Metro foi criado com a Ziba Design, dos EUA, para ser elegante e carregar todas as novidades tecnógicas.
Para começar, o laptop tem apenas 17,7 mm de espessura e 1,02 kg. Tem uma tela externa da E-ink, que apenas usa energia para mudar seu estado, sendo assim muito econômica e parecida com a SideShow prevista pela Microsoft. O visor mostra novos e-mails, entradas da agenda e até páginas de um livro eletrônico - mesmo com o computador desligado.
No exterior do Metro, de magnésio, é possível prender uma capa de couro, que com uma alça torna o notebook igual a uma bolsa tiracolo. O processador, obviamente, é um Core2Duo de consumo baixo e tem Bluetooth, Wi-Fi, Ethernet e WiMax como opções de conectividade.
O protótipo não tem data para entrar em fabricação, mas quando chegar, não espere que seja barato…
A Telecom Italia e a Polymer Vision preparam o primeiro dispositivo portátil do mundo com tela ‘rolável’.
O visor é formado por um polímero e pode ser enrolado. Com isso, atinge tamanho maior do que em outros aparelhos portáteis - 5 polegadas. A tela é em preto e branco com alto contraste e 16 níveis de cinza, para oferecer uma experiência bem parecida com a do papel. Não precisa de energia para manter o conteúdo estático na tela. A eletricidade apenas excita os pontos do visor, que assumem os tons de cinza.
O aparelho não é um celular, embora tenha um SIM card e esteja conectado à rede de dados Edge e UMTS da operadora italiana. A conexão é apenas para capturar material escrito - e-mails, livros, RSS e mapas. Também será possível ouvir música, áudiolivros e podcasts.
O Cellular-Book terá conexão miniUSB e 4 GB de espaço interno de armazenamento. É possível que alguns modelos tragam Wi-Fi incorporado. Chega ao mercado mundial ainda este ano, mas não tem preço divulgado.
Uma das maiores surpresas no lançamento do iPhone foi a tecnologia multitouch, que permite navegar na tela do celular com os dedos e usar mais de um comando ao mesmo tempo.
A tecnologia faz parte da pesquisa de Jeff Han, pesquisador do departamento de Ciência da Computação da Universidade de Nova York. O vídeo demonstra bem o potencial do multitouch.
Quem pensa que viu isso antes não se engana. O multitouch foi bem explorado em Minority Report, filme de Steven Spielberg com Tom Cruise, no qual o policial controla o computador com as mãos, numa enorme tela widescreen.
A Nokia tem um protótipo que pode ser uma boa resposta ao iPhone. Como o celular da Apple, o Aeon também não tem teclado, mas uma superfície sensível ao toque que se modifica com o aplicativo em uso. O aparelho é bem menor que o iPhone e a tela é separada do local de entrada dos dados.
Depois de junho e com o previsto sucesso do iPhone, protótipos como o Nokia Aeon poderão chegar rápido ao mercado. Todos dirão que são cópias do celular da Apple, mas é bom saber que Steve Jobs não era o único que pensava nesse design.
Observe o Black Box, da BenQ. A empresa pode estar em apuros, em falência e à venda, mas ganhou prêmios de design pelo protótipo. Toda a sua superfície é sensível ao toque e a interface também se altera em resposta ao que o usuário deseja fazer.
Esse tipo de solução é interessante, mas levanta duas questões: o material da tela tem que evitar a poeira em excesso e impressões digitais e a falta de resposta ao pressionar uma tecla virtual - ela não “afunda” como as dos teclados de plástico - pode ser um problema.