rede-social
16.03.09 12:30 | CELULAR, IPHONE, SOFTWARE, WEB | 1 Comentário »

A comScore, consultoria norte-americana de internet, lançou hoje um estudo com números que mostram a popularização do acesso móvel à web nos EUA. De todos, o que mais impressiona é o uso de redes sociais, blogs e informações financeiras no celular. Entre janeiro de 2008 e 2009 o número de acessos diários cresceu 427%.
Quase em simultâneo, o Facebook anunciou no fim de semana no badalado SXSW a chegada do Connect para o iPhone/iPod Touch. Com ele, desenvolvedores podem integrar seus aplicativos para a App Store com a rede social, levando o social graph do usuário para o bolso.
É difícil não pensar nas interações entre os usuários de um celular ao desenvolver um aplicativo. Com GPS e acesso rápido à web, os aparelhos estão prontos para isso. Mas é inviável criar uma rede social do zero, formada apenas por quem usa o software. Bem melhor é contar com os 170 milhões de usuários ativos do Facebook.
Imagine baixar um aplicativo de sugestão de restaurantes e com seu login do Facebook descobrir imediatamente o que seus contatos escolheram. Instalar um game e criar rankings instantâneos, ou compartilhar resenhas de filmes que viu com seus amigos e família. Tudo isso já é possível nos primeiros aplicativos com suporte ao Facebook Connect, que de quebra espelha a produção de conteúdo no celular na rede social, garantindo que seus contatos tenham acesso à informação a partir do computador.
Com o Connect fica claro que o celular não é apenas um veículo poderoso para consumir os updates dos seus contatos, mas se tornará o principal meio de entrada de dados na rede social, em texto, vídeo, foto ou áudio, com geotagueamento e atualizado em tempo real. É hora de publicar as fotografias do show enquanto ele acontece, sabendo quais contatos também estão ali e conhecendo sua experiência.
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05.11.08 16:37 | SITES, WEB | Comentar »
Nos últimos meses, a Adobe tem investido na colocação dos seus produtos na nuvem do ciberespaço, mas até agora não havia focado no social. O Photoshop.com será o desbravador, com o lançamento de um aplicativo em AIR para o envio e sincronização de fotos entre o computador e a hospedagem na web.
O Uploader funcionará como os sistemas de outros álbuns digitais, e permitirá que o usuário adicione contatos a partir das agendas de webmails para envio rápido de fotos. Ainda há a chance de assinar o conteúdo de outros internautas para ter acesso as suas atualizações. O aplicativo será lançado em 11 de novembro.
A internet é social, mais do que nunca. Dar acesso ao conteúdo dos usuários de um serviço torna-se aos poucos um axioma em qualquer aplicação web, mas o grande desafio é integrar a comunicação entre os serviços, online ou não. Ao trabalhar no Word, por exemplo, quero ter à disposição as fotos do Flickr ou do Photoshop online para usá-las em meus textos - com respeito aos seus direitos autorais, claro. O mesmo comportamento serve para o álbum de imagens, com suporte à colagem de conteúdo, seja apresentações do Google Docs ou uma entrada da Wikipedia.
Essa facilidade de comunicação, com a queda dos muros que guardam o conteúdo são desafios para os próximos anos. Nem todos querem a abertura - os usuários de um serviço valem ouro - mas a pressão do Google como agregador de conteúdo tem forçado a mudança. Mas há quem busque um caminho híbrido, como o Facebook, que puxa informação de toda a internet, mas deixa sair pouca, lembrando o feudo da America Online na era do dial-up.
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20.10.08 16:02 | CELULAR | Comentar »
A dois dias da chegada do T-Mobile G1, primeiro celular com Android, às lojas, a BusinessWeek apresentou mais detalhes do plano da Motorola para uso do sistema operacional do Google em sua linha de aparelhos.
O telefone da empresa norte-americana terá foco no social, com acesso embutido a redes sociais como Facebook e MySpace e toda a constelação de serviços calcada nelas - upload de fotos, mensagens instantâneas, recados e lista de contatos, por exemplo.
O celular será mais parecido com o iPhone, com uma tela tão grande como a do aparelho da Apple e sensível ao toque. No entanto, não está claro se trará o multitouch que permite controlar a interface com mais de um comando gestual ao mesmo tempo.
Fontes do site citam o Krave, da Motorola, como inspiração para o celular com Android. O Krave é um touchscreen CDMA para a Verizon que por sua vez lembra os modelos Ming da operadora que fazem sucesso na Ásia e no Brasil. Ao contrário dele, o novo aparelho terá teclado QWERTY deslizante e quem já o viu diz que lembra um irmão mais elegante do G1.
Acredita-se que a Motorola esteja trabalhando numa série de celulares Android.
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17.10.08 18:36 | CELULAR, SOFTWARE, WEB | Comentar »
O Centro de Segurança da Informação da Universidade de Georgia Tech, nos Estados Unidos, divulgou um relatório (link para o PDF) com alertas para as ameaças de segurança tecnológica em 2009.
Patrick Traynor, professor-assistente de Ciência da Computação da instituição, avisa que a evolução dos telefones celulares, conectados à internet e com maior poder de processamento e memória, pode levar à criação de um problema parecido com dos computadores pessoais - as botnets. Nelas, conjuntos de máquinas infectadas com código malicioso, através de sites, e-mail ou downloads suspeitos, são usadas para enviar spam ou atacar serviços na web.
O professor avisa que uma botnet na rede de telefonia celular poderia, em tese, derrubá-la, impedindo o acesso pelos usuários dos serviços básicos, como as chamadas por voz.
Para assegurar a confiança no celular, os especialistas consideram que o Android leva vantagem sobre outras plataformas pela transparência de programação e gestão dos softwares disponíveis. De qualquer forma, a criação de programas fiscalizadores, como anti-vírus, é polêmica pelo consumo de bateria necessário para mantê-los rodando.
As redes sociais também são novos focos de atenção. Com a transição gradual da comunicação de mensageiros instantâneos e correio eletrônico para serviços como Orkut e Facebook, os scammers encontram nas redes sociais a possibilidade de enviar links para acesso a conteúdo malicioso. O usuário acha que está abrindo um vídeo do YouTube mas, na verdade, recebe um download indesejado ou código que vai explorar falhas no sistema operacional ou browser.
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17.06.08 6:16 | SOFTWARE, TESTES, WEB | 1 Comentário »
Nos últimos anos, o Bit Torrent se tornou o mais popular protocolo de troca de arquivos peer-to-peer, ao usar com destreza a banda do internauta para downloads e uploads. E para Windows, o cliente símbolo do Torrent é o Azureus - pelo menos até hoje.
O software do sapo azul trocou de nome e agora chama-se Vuze, incorporando as funções do reprodutor multimídia lançado em 2006 e muito mais. Na versão 3.1, o cliente aprende com as tendências da internet e apresenta uma rede social integrada, para que os usuários compartilhem indicações de torrents, conversem entre si e informem sobre seus hábitos de download em um feed semelhante ao do Orkut ou Facebook.
O Vuze também conta com recomendações de torrents, aprimoradas a partir das votações dos usuários. O uso da caixa de busca integrada traz respostas de sites como Mininova, Sumotorrent e outros.
Por trás da camada multimídia e social, o Vuze é um cliente robusto p2p, com todas as funções que apaixonavam os usuários do Azureus. Pessoal
mente, prefiro a simplicidade e leveza do seu concorrente direto uTorrent, mas para os novatos no Bit Torrent, o conteúdo integrado à mecânica de download é bem-vindo.

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27.05.08 23:35 | GEEK, SITES, WEB | Comentar »
Quem poderia imaginar há dois anos que sua rede social seria responsável por controlar remotamente os downloads no seu micro de casa.
O Morrent é um aplicativo para Facebook que permite monitorar o que está sendo baixado no software uTorrent, o melhor cliente para a rede p2p Bit Torrent. Na verdade, o aplicativo é uma interface para a função WebUI do uTorrent, que viabiliza o controle remoto.
Antes de instalá-lo no seu perfil da rede social, habilite o WebUI no uTorrent, no menu de configurações do programa. Escolha um username e senha, além da porta de conexão. Essas informações serão incluídas no Morrent, junto com o IP da sua máquina, que pode ser descoberto pelo próprio aplicativo ou em serviços como o IP-address.com.
Para um controle melhor e mais elegante, opte pelo acesso nativo ao WebUI, digitando http://seuIP:portadoUI/gui no seu navegador preferido.
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16.05.08 14:20 | SITES, WEB | 1 Comentário »

O golpe do Facebook sobre o Friend Connect, do Google, mostra que começou a guerra pela liberdade velada dos dados dos usuários na internet. Como você leu há alguns dias, o Google incluiu o Facebook no seu sistema de portabilidade de dados, mas a rede social não gostou.
Se o internauta até agora estava fechado entre os muros das redes sociais, agora fica claro que será tratado na coleira, com uma liberdade velada para que os serviços mantenham controle sobre o bem maior - seus dados pessoais.
Numa analogia, o mercado de mensageiros instantâneos passa por um momento parecido. Primeiro, redes independentes. Depois, agregadores de contas que exibem os contatos numa mesma janela, mas ainda sem contato entre si. Nos últimos tempos, começou a conversa de serviços - Live Messenger com Yahoo Messenger, GTalk com AIM.
A história da portabilidade de dados começou bem antes de Google, Facebook e MySpace. Em 2001, a Microsoft deu início ao seu projeto Hailstorm, ou chuva de granizo, com uma frase ambiciosa de Bill Gates: “nosso objetivo é ter cada internauta do mundo com uma identidade Passport”. A empresa queria integrar sites e serviços a um sistema único de autenticação, que carregaria seus dados pessoais por todo o ciberespaço.
Em tempos pré-web 2.0, o Hailstorm foi um fracasso publicitário. Os dados dos usuários ficariam guardados em servidores da Microsoft e, teoricamente, sujeitos a um ataque único para o roubo de muita informação. Funcionava apenas no Internet Explorer, o que na época já era um problema.
Hoje, o Hailstorm é quase a rede Live, com menos parceiros, mas contando com a constelação de serviços da Microsoft. Google, Yahoo, Facebook e MySpace querem iniciativas parecidas, enquanto o OpenID corre por fora com uma solução independente.
Do que adianta carregar seus dados por aí, se não pode usá-los em todos os lugares? Com os três projetos anunciados quase em simultâneo, o usuário continuará a ter que se cadastrar em todos os serviços para manter o enforcador solto durante a corrida. Fusão dos dados, incluindo seus contatos? Nem pensar, por enquanto.
Como o TechCrunch publicou, os dias das redes sociais muradas estão contados. Mas a coleira parece ser um passo intermediário até que a liberdade chegue para valer. De forma esperta, o Google se livrou da necessidade de crescer o Orkut globalmente com o Friend Connect, mas esperava ter acesso aos perfis das redes sociais para oferecê-los à vontade aos sites miúdos.
Arrington ficou chateado com o movimento do Facebook, mas se esqueceu de que seu perfil na rede social é, em primeiro lugar, da empresa que permite a sua criação.
A internet ainda não está preparada para a verdadeira portabilidade de dados. O mercado de redes sociais ainda precisa amadurecer até que o salto libertário aconteça. Ele será fundamental para o que se chama de web 3.0 - informação abundante, disponível para todos, para contextualização em qualquer site ou serviço. Como aconteceu outras vezes, seria interessante ver uma rede social independente nesse meio. Um Firefox das redes sociais, aberto, convidativo. E como Joi Ito falou ao Futuro.vc, o open source é bem melhor para aprimorar o que já existe do que para a invenção. Resta esperar.
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